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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
PENSA EM MIM…
Como eu penso em ti…
Pensa em todos os momentos que não vivemos juntos…
Pensa em todos os momentos que vivemos juntos apesar de distantes…
Pensa em todos os momentos em que mesmo distantes estivemos juntos..
Pensa em tudo o que tivemos mesmo sem ter…
Pensa em tudo o que poderias ter e não quiseste…
Pensa em tudo o que não tens e que sempre quiseste ter..
Pensa em tudo o que não quiseste e poderias ter..
Pensa realmente no que queres ter…
Pensa realmente no que não queres perder…
Pensa sobretudo se queres realmente perder o que nunca tiveste…
Acima de tudo…
Pensa em mim…
By Carlos Fonseca
Pensa em tudo o que tivemos mesmo sem ter…
Pensa em tudo o que poderias ter e não quiseste…
Pensa em tudo o que não tens e que sempre quiseste ter..
Pensa em tudo o que não quiseste e poderias ter..
Pensa realmente no que queres ter…
Pensa realmente no que não queres perder…
Pensa sobretudo se queres realmente perder o que nunca tiveste…
Acima de tudo…
Pensa em mim…
By Carlos Fonseca
Bússula divina
Adentro na esfera terrena,
para mais um ensaio na existência,
sobrevôo na brisa serena
com a leveza na consciência.
Sigo meu caminho com doutrina
com o coração saciado na benevolência,
tenho a fé como bússula divina
e a humanidade como sua essência.
Acalento uma alma plena
com uma sabedoria bem eficácia,
que deleita-me, numa colheita eterna,
de suprema blandícia.
Deusa Orquídea.
Sigo meu caminho com doutrina
com o coração saciado na benevolência,
tenho a fé como bússula divina
e a humanidade como sua essência.
Acalento uma alma plena
com uma sabedoria bem eficácia,
que deleita-me, numa colheita eterna,
de suprema blandícia.
Deusa Orquídea.
EQUILIBRIO
Sobre a fortaleza do meu braço
eu equilibro meu cansaço
e faço contorções bem proveitosa
pra deixar em mim
só o perfume da rosa.
Não é fácil ser feliz;
tem que se viver sempre por um triz.
Assim, me diluo em versos,
mostro de antemão os meus reversos,
me entrego à poesia
deixando meu som
de acordo com a melodia.
É superior ser ousada
e eu deixo fluir minha razão armada
de amor e simbolismo,
equilibrando em mim o otimismo
pra encarar a vida com a minha alma lavada.
pra deixar em mim
só o perfume da rosa.
Não é fácil ser feliz;
tem que se viver sempre por um triz.
Assim, me diluo em versos,
mostro de antemão os meus reversos,
me entrego à poesia
deixando meu som
de acordo com a melodia.
É superior ser ousada
e eu deixo fluir minha razão armada
de amor e simbolismo,
equilibrando em mim o otimismo
pra encarar a vida com a minha alma lavada.
"EU NA ASA DA LUA"
Numa asa da lua,
Deixei descansar a solidão...
Mas!
Aquele azul envolveu,
O meu corpo nu de esperança...
Assim!
Como se fosse um trofeu,
Depois de tantas lutas perdidas...
Eu deixei que essa asa me levasse,
Ao maior sonho da minha vida...
Um sonho todo azul,
De imenso amor!
Um sonho todo azul,
De quê não sei ...
Eu procurei nele,
Todo o amor do mundo...
Num adiado,
Mas encontrado...
Sentimento!
Como foi belo...
Como voei!
Naquela asa da lua,
Deu-me beijos infinitos...
Em forma de estrelas,
Carícias plenas!
E ternura imensa!
Brilho único...
Unindo-me a ele,
Permanço assim...
No ar!
Num calor de luz!
De um amor sem regras..
Numa dádiva de graça,
puxaste -me...
Para o pe de ti!
Mila Lopes
Assim!
Como se fosse um trofeu,
Depois de tantas lutas perdidas...
Eu deixei que essa asa me levasse,
Ao maior sonho da minha vida...
Um sonho todo azul,
De imenso amor!
Um sonho todo azul,
De quê não sei ...
Eu procurei nele,
Todo o amor do mundo...
Num adiado,
Mas encontrado...
Sentimento!
Como foi belo...
Como voei!
Naquela asa da lua,
Deu-me beijos infinitos...
Em forma de estrelas,
Carícias plenas!
E ternura imensa!
Brilho único...
Unindo-me a ele,
Permanço assim...
No ar!
Num calor de luz!
De um amor sem regras..
Numa dádiva de graça,
puxaste -me...
Para o pe de ti!
Mila Lopes
“AO MAR”
“NÃO FOI SÓ CONTIGO QUE SOLUCEI PRIMEIRO”
Desde pequeno que tu, mar, meus olhos prende
“NÃO FOI SÓ CONTIGO QUE SOLUCEI PRIMEIRO”
Desde pequeno que tu, mar, meus olhos prende
Estejas bravo, com ondas altas e a areia alagas,
Ou quando o vento arrasta furibundo, as tuas vagas,
Ou quando alguma embarcação te agita e fende!
O teu espectáculo a alma minha acende;
És forte, e queimas as minhas chagas;
Com teu ruído o meu pensar afagas;
Meu coração a tua voz entende!
E como não te amar eu marinheiro,
Eu que em teu dorso as águas calmas, ou revoltas
De pequeno, afrontei contigo, meu companheiro!
Eu, que o porto ao deixar, coloco as velas soltas
Não foi só contigo que o meu canto soluçou primeiro,
Mas com minha amada, as estrelas e o nevoeiro!
Alfredo Costa Pereira
Ou quando o vento arrasta furibundo, as tuas vagas,
Ou quando alguma embarcação te agita e fende!
O teu espectáculo a alma minha acende;
És forte, e queimas as minhas chagas;
Com teu ruído o meu pensar afagas;
Meu coração a tua voz entende!
E como não te amar eu marinheiro,
Eu que em teu dorso as águas calmas, ou revoltas
De pequeno, afrontei contigo, meu companheiro!
Eu, que o porto ao deixar, coloco as velas soltas
Não foi só contigo que o meu canto soluçou primeiro,
Mas com minha amada, as estrelas e o nevoeiro!
Alfredo Costa Pereira
O CANTINHO DOS POETAS…
… no Solar
Tendo em conta o número elevado de solicitações dos nossos poetas para publicitar:
SITES
PÁGINAS
BLOGS
SARAUS
TERTÚLIAS
APRESENTAÇÃO DE LIVROS
SESSÕES DE AUTÓGRAFOS
LIVROS
ETC.
decidiu a Administração criar um espaço próprio onde essas publicações
serão livres, desde que se trate de trabalhos ou apresentações
literárias ou artísticas.
Assim, a partir de hoje e com a regularidade necessária, será divulgado no Solar o endereço do lugar criado.
Cada poeta poderá efetuar até duas publicações por dia.
Dado as características específicas deste espaço, NÃO SÃO PERMITIDAS
PUBLICAÇÕES DE POEMA, TEXTOS ou outros posts que não dse enquadrem no
espírito do mesmo, sendo estes, no caso de publicação, imediatamente
eliminados.
Divirtam-se, pois, e vamos lá divulgar as vossas criações.
Solar de Poetas
A Administração
http://www.facebook.com/pages/Cantinho-Dos-Poetas-Do-Solar/280439135390185
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quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Voos rasantes nas marés
Vejo asas de voos rasantes
sobre os mares e marés
caminhos por descobrir
Vejo asas de voos rasantes
sobre os mares e marés
caminhos por descobrir
imagens perdidas sem lés
são cartas jogadas ao alto
que a aragem leva ao dispor
do lado que sopra o vento
Meu olhar voa com elas.
meu coração fica atrás
não posso pensar segui-las
apenas as olho e penso
nas esperanças que partiram
das descobertas tão tardias
que tinham menos valia
Era tudo tão vazio
quem o adivinharia
que a razão me trairia
num horizonte sem fim
que fica prá além do mar
mora uma alma perdida
que não sabe o que é amar
perdeu toda a razão de ser
A memória quer esquecer
o coração naufragar…
nas ondas fundas das praias
que ficam aquém do mar
que na areia vem morrer
depois de muito o beijar
para a outras sobreviver
Viver é…quase morrer
© Catarina Bastos
são cartas jogadas ao alto
que a aragem leva ao dispor
do lado que sopra o vento
Meu olhar voa com elas.
meu coração fica atrás
não posso pensar segui-las
apenas as olho e penso
nas esperanças que partiram
das descobertas tão tardias
que tinham menos valia
Era tudo tão vazio
quem o adivinharia
que a razão me trairia
num horizonte sem fim
que fica prá além do mar
mora uma alma perdida
que não sabe o que é amar
perdeu toda a razão de ser
A memória quer esquecer
o coração naufragar…
nas ondas fundas das praias
que ficam aquém do mar
que na areia vem morrer
depois de muito o beijar
para a outras sobreviver
Viver é…quase morrer
© Catarina Bastos
CARAVELA DO AMOR
Naufragando no mar das desilusões !
Avistei tua imagem,caravela do amor...
Resgatou meu coração...
Da solidão desta existência !
Das ondas deste mar revolto...
Nos teus braços apaixonada...
Adormeci cansada...
Como foi bom,ter sentido sua pele !
Como foi exuberante o nosso amor !
Eu te amei...
Olhando nos teus olhos !
Enxerguei o perfeito amor...
A chama gêmea...
Que o silêncio guardava...
De nós,derramava poesia...
Existia uma sintonia !
Um encontro do amor...
Te amo !
Procura sem fim !
Alma que busquei !
Navega comigo ?
Para o infinito !
Do oceano...
Das lágrimas...
Derramadas...
Na emoçao...
Do amor !
JULIANI ROSENDO
Das ondas deste mar revolto...
Nos teus braços apaixonada...
Adormeci cansada...
Como foi bom,ter sentido sua pele !
Como foi exuberante o nosso amor !
Eu te amei...
Olhando nos teus olhos !
Enxerguei o perfeito amor...
A chama gêmea...
Que o silêncio guardava...
De nós,derramava poesia...
Existia uma sintonia !
Um encontro do amor...
Te amo !
Procura sem fim !
Alma que busquei !
Navega comigo ?
Para o infinito !
Do oceano...
Das lágrimas...
Derramadas...
Na emoçao...
Do amor !
JULIANI ROSENDO
SILÊNCIO
Vem em silêncio
Meu amor
Trazer-me o teu abraço
Quero sentir
Teu calor
No silêncio da noite
Adormecer em ti
Silenciosamente
Velas por nós
Em sonhos
Por dois tidos
Lá fora
Rasgando o silêncio
Pirilampos
Iluminam a noite
Como estrelas brilhando
e em terra voando
Nós
Sem nada murmurarmos
No olhar de beijos e carinhos
Em silêncio
Palavras falam caladas
Dizendo tudo…
Fátima Porto
Quero sentir
Teu calor
No silêncio da noite
Adormecer em ti
Silenciosamente
Velas por nós
Em sonhos
Por dois tidos
Lá fora
Rasgando o silêncio
Pirilampos
Iluminam a noite
Como estrelas brilhando
e em terra voando
Nós
Sem nada murmurarmos
No olhar de beijos e carinhos
Em silêncio
Palavras falam caladas
Dizendo tudo…
Fátima Porto
EM MEUS VERSOS
Escondo o meu amor,
Entre palavras e cantos,
Que ressoam suaves
Prazeres.
Eu sei que percebes.
O amor conhece,
O coração que o merece.
Não tem medo,
Não tem dúvidas,
Não adoece.
Quer e pede
Doces mimos,
E não esquece.
Ama eternamente,
Assim como eu, que
Não deixarei de ti amar,
Em meu coração, nem
De escondê-lo, entre
As palavras dos meus
Versos de amor, só para
Ver se tu percebes!
Vanuza Couto Alves
Eu sei que percebes.
O amor conhece,
O coração que o merece.
Não tem medo,
Não tem dúvidas,
Não adoece.
Quer e pede
Doces mimos,
E não esquece.
Ama eternamente,
Assim como eu, que
Não deixarei de ti amar,
Em meu coração, nem
De escondê-lo, entre
As palavras dos meus
Versos de amor, só para
Ver se tu percebes!
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Aguarela de Cores
Hoje ao acordar
Deu-me para pensar
Vou mandar a tristeza embora
Amélia Amado
Dos meus tempos de criança,
Brincando de ser mãe das bonecas.
O dom de uma aguerrida e ciumenta
“DECLARAÇÃO DE AMOR”
Aquelas pedras nuas,
Calcinadas pelos ventos dos anos,
Eternamente sequiosas como humanos
ESTAS LÁGRIMAS
Minhas lágrimas falam por mim
São palavras que emanam do coração
Mostrando minha tristeza
E toda a minha solidão!
Lágrimas dão voz á alma
Mostrando a minha emoção
Quando vazia perco a calma
E também perco a razão!
Mas também dizem verdades
Porque elas são a verdade
Que sai do coração
Mostram minha sensibilidade
E minha fragilidade!
Sinto-as no olhar
São reais estas lágrimas que verto
Por sentir esta dor no peito
Esta dor que me não dá paz!
Lágrimas são pedaços de dor
Lágrimas tão reais
São o medo da solidão
O vazio sentido deste pobre coração
Pelo abandono do meu amor!
Naná
O Mar
Deixarem
de voar
O vento no meu peito
O vento açoita-me fortemente o meu peito,
com a raiva incontida de noites de tempestade,
no meu coração enfraquecido pela saudade
Que me dilaceras o Coração
Amor de perdição,
De grandes Ventos e tentação.
Hoje ao acordar
Deu-me para pensar
Vou mandar a tristeza embora
Deitá-la porta fora
E o que fazer?
Quero viver
Não pensar na dor
Só alegria e cor
Vou pintar meus dias
Com cores alegres
Como quem pinta
Uma aguarela
De garridas tintas
Quando a noite chegar
Feliz vou estar
Desta mudança
Cheia de esperança
E eu vivo
Abro a porta
Ponho-me a caminhar
A alegria vou encontrar
E o que fazer?
Quero viver
Não pensar na dor
Só alegria e cor
Vou pintar meus dias
Com cores alegres
Como quem pinta
Uma aguarela
De garridas tintas
Quando a noite chegar
Feliz vou estar
Desta mudança
Cheia de esperança
E eu vivo
Abro a porta
Ponho-me a caminhar
A alegria vou encontrar
Amélia Amado
QUE VONTADE
DE SENTIR SAUDADE
Dos meus tempos de criança,
Brincando de ser mãe das bonecas.
O dom de uma aguerrida e ciumenta
Mãe, já
despontava em mim.
Era tudo tão poético, mas eu
Não sabia o quanto de poesia, toda
Aquela inocência representava,
Quando eu cantava para ninar as
Bonequinhas, ó, que saudade me dá.
Tão logo fiquei crescidinha , descobri
As maravilhas da Natureza, ali perto
De mim, comecei a deslumbrar-me,
Com os cantos dos pássaros, em bela
Sinfonia de chilreares, bem cedinho eu
Acordava para escutá-los.
São dessas e de outras saudades que eu
Quero sentir, não tem como esquecer.
Era poético as mocinhas deixarem os cabelos,
Em desalinhos, quando a brisa da noite soprava..
Ah, como era poético a gente sonhar com as
Personagens de filmes, e dos romances.
Minhas irmãs mais velhas liam muitos, eu dava
Um jeitinho de também lê-los, às escondidas.
Ó, que saudade de sentir saudade de ouvir o
O barulhinho dos pingos d’água da chuva sobre
À calçada, a serpentearem-se até à esquina da rua.
E a criançada indo atrás dos barquinhos de papel.
Ah, da mocidade as saudades são vibrantes...
Os namoricos de longe era uma aventura,
Quando o mesmo broto era disputado por
Várias meninas, suspiros não faltavam...
Vestir aquele maiô de sainha era com muito
Acanhamento, mas o tempo foi passando, tudo
Foi mudando, eu já nem sei, se deixarei saudade!
Era tudo tão poético, mas eu
Não sabia o quanto de poesia, toda
Aquela inocência representava,
Quando eu cantava para ninar as
Bonequinhas, ó, que saudade me dá.
Tão logo fiquei crescidinha , descobri
As maravilhas da Natureza, ali perto
De mim, comecei a deslumbrar-me,
Com os cantos dos pássaros, em bela
Sinfonia de chilreares, bem cedinho eu
Acordava para escutá-los.
São dessas e de outras saudades que eu
Quero sentir, não tem como esquecer.
Era poético as mocinhas deixarem os cabelos,
Em desalinhos, quando a brisa da noite soprava..
Ah, como era poético a gente sonhar com as
Personagens de filmes, e dos romances.
Minhas irmãs mais velhas liam muitos, eu dava
Um jeitinho de também lê-los, às escondidas.
Ó, que saudade de sentir saudade de ouvir o
O barulhinho dos pingos d’água da chuva sobre
À calçada, a serpentearem-se até à esquina da rua.
E a criançada indo atrás dos barquinhos de papel.
Ah, da mocidade as saudades são vibrantes...
Os namoricos de longe era uma aventura,
Quando o mesmo broto era disputado por
Várias meninas, suspiros não faltavam...
Vestir aquele maiô de sainha era com muito
Acanhamento, mas o tempo foi passando, tudo
Foi mudando, eu já nem sei, se deixarei saudade!
Vanuza Couto Alves
“DECLARAÇÃO DE AMOR”
Aquelas pedras nuas,
Calcinadas pelos ventos dos anos,
Eternamente sequiosas como humanos
Dos beijos das noites húmidas das luas!
Aqueles pinheiros esguios
Direitos, como sentinelas do Tempo, bravios
A olharem a imensidade dos campos
Fatigadamente verdes, ouviam-se pirilampos!
Mas foi contigo nas pedras nuas da serra
Que a minha cabeça pensou e repousou
Com a cabeça e os pés bem assentes na terra,
E meus olhos encantados ficaram estáticos a respirar
O sangue rubro que o poente para nós pintou!
Não resisti, e decidi finalmente a ti me declarar!
Alfredo Costa Pereira
Aqueles pinheiros esguios
Direitos, como sentinelas do Tempo, bravios
A olharem a imensidade dos campos
Fatigadamente verdes, ouviam-se pirilampos!
Mas foi contigo nas pedras nuas da serra
Que a minha cabeça pensou e repousou
Com a cabeça e os pés bem assentes na terra,
E meus olhos encantados ficaram estáticos a respirar
O sangue rubro que o poente para nós pintou!
Não resisti, e decidi finalmente a ti me declarar!
Alfredo Costa Pereira
Minhas lágrimas falam por mim
São palavras que emanam do coração
Mostrando minha tristeza
E toda a minha solidão!
Lágrimas dão voz á alma
Mostrando a minha emoção
Quando vazia perco a calma
E também perco a razão!
Mas também dizem verdades
Porque elas são a verdade
Que sai do coração
Mostram minha sensibilidade
E minha fragilidade!
Sinto-as no olhar
São reais estas lágrimas que verto
Por sentir esta dor no peito
Esta dor que me não dá paz!
Lágrimas são pedaços de dor
Lágrimas tão reais
São o medo da solidão
O vazio sentido deste pobre coração
Pelo abandono do meu amor!
Naná
O Mar
Quando findar o mar
Quando terminar o ar
E quando as aves
Deixarem
de voar
Voaremos nós...
Voaremos
Eu e você...
Nesse espaço infinito
Por sobre o céu azul e lindo!
Voaremos nós
Pelos cantos da terra
E por todo o universo
Contando aos astros
Nossa prosa e nosso verso
Voaremos nós
Além das estrelas
Além de todos os planetas
Tão rápidos como
Raios em labaredas
Voaremos nós
Eu e você
Como anjos
Por toda a eternidade!
Lice Duarte
O vento açoita-me fortemente o meu peito,
com a raiva incontida de noites de tempestade,
no meu coração enfraquecido pela saudade
e alma sofrida pela desilusão!
Estremeço a cada rajada,
que me fustiga o mais profundo de mim,
suspiro na ânsia que a dor me provoca,
em me libertar deste flagelo;
Desfaleço-me na incapacidade
de me revoltar!
Desperto desta letargia infligida,
grito ao céu que me ouça,
que me devolva a alegria do meu viver
e me faça esquecer
a escuridão dos momentos,
das noites de silêncio
e me deixe ser abraçado
pela suavidade do manto azul do luar!
Cala-se o vento,
Sossega-se-me o coração,
Acalma-se-me a alma,
O luar anima-me em seus braços,
Deixo-me levar nas asas dos sonhos.
José Carlos Moutinho
Estremeço a cada rajada,
que me fustiga o mais profundo de mim,
suspiro na ânsia que a dor me provoca,
em me libertar deste flagelo;
Desfaleço-me na incapacidade
de me revoltar!
Desperto desta letargia infligida,
grito ao céu que me ouça,
que me devolva a alegria do meu viver
e me faça esquecer
a escuridão dos momentos,
das noites de silêncio
e me deixe ser abraçado
pela suavidade do manto azul do luar!
Cala-se o vento,
Sossega-se-me o coração,
Acalma-se-me a alma,
O luar anima-me em seus braços,
Deixo-me levar nas asas dos sonhos.
José Carlos Moutinho
Rosa minha
Que me dilaceras o Coração
Amor de perdição,
De grandes Ventos e tentação.
Deusa que caminha
P'lo passeio da atmosfera
Em passos de maneira,
De mui abraços,sem canseira.
Flor que voa e se aninha
P'los esbeltos Jardins raros
De sons de cheiros,
Os meus desvaneios.
Princesa minha
Que me agasalhas
A escuridão, limalhas
De erupção que fluíem às centelhas.
Adorada minha
A quem entrego a Alma,
P'la mão do coração. Dama
Única que desnudo na cama.
Musa de Poetas em linha,
Ponte de grandes poesias
Nas margens das rias,
Onda de grandes Romarias.
RÓ MAR
P'lo passeio da atmosfera
Em passos de maneira,
De mui abraços,sem canseira.
Flor que voa e se aninha
P'los esbeltos Jardins raros
De sons de cheiros,
Os meus desvaneios.
Princesa minha
Que me agasalhas
A escuridão, limalhas
De erupção que fluíem às centelhas.
Adorada minha
A quem entrego a Alma,
P'la mão do coração. Dama
Única que desnudo na cama.
Musa de Poetas em linha,
Ponte de grandes poesias
Nas margens das rias,
Onda de grandes Romarias.
RÓ MAR
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
“ MULHER"
Que inspira o poeta
Que conquista qualquer coração
Que não para de sonhar
Que não se cala quando tem a razão
Que inspira o poeta
Que conquista qualquer coração
Que não para de sonhar
Que não se cala quando tem a razão
Que nunca se deixa abater
Por um simples não.
...Mulher...
Que vai a luta
Mesmo que o caminho
Esteja interrompido
E as pedras a impedem de passar
É guerreira
E com sua força,
Não há pedra alguma
Capaz de a segurar
É corajosa
E amiga.
...Mulher...
Que não tem vergonha de amar
Que se entrega por amor
E deixa seu coração comandar
É de sentimento puro
E capaz de fazer feliz
Quem do seu lado está.
...Mulher...
Que arranca sorriso de lágrimas
E que canta para não ver
Ninguém chorar
E que só quer amar.
...A mulher...
Que em mim habita
E que agora necessita
Das bençãos de Jesus
Para que eu nunca
Desista de lutar.
Mila Lopes
Delicias do momento
Acordar é contemplar a beleza da vida
É rir com os gotejo da chuva
Que cai fininha
Acordar é contemplar a beleza da vida
É rir com os gotejo da chuva
Que cai fininha
Sem te molhar
É traçar o destino nas linhas do tempo
Saborear a vida ser criança
Vibrar com um arco-íris
Que tinge de cores
Para te encantar...
Delicia ver as horas passar
Olhar as nuvens pesadas
E te namorar
Seguir os compassos
No ritmo do passo...
Felicidade é admirar o por do sol
Ver sumir no horizonte
Sentir um arrepio
Se abraçar
Pura nostalgia
Vibrar os momentos
Não pensar em tormentos
Deixa que o amor te acalente...
Se a noite chega
Deixa fechar o tempo
Lá fora a chuva que caia
Aqui dentro teus pensamentos
Um abraço bem apertado
E a delicia dos momentos
Deixa acontecer o que tiver de ser
Depois dessa noite
Vem o amanhecer...
IRÁ RODRIGUES
O Cupido
Perdida estava
Em meu mundo.
Perdida estava
Em meu mundo.
Anestesiada da vida,
Da dor,
Do sofrimento,
Do amor...
Eis quando,
Subitamente
Senti que fui
Bafejada
Por palavras
Doces e leves...
Amei,
Delirei,
Respirei,
Vivi,
Quando as tuas palavras li!
Já sei,
Fui atingida pela tua flecha
Que penetrou
O meu Ser
A minha
Alma
Sandra Matias
Poema da minha alma.
Abro a alma ao poema,
Abro a alma ao poema,
carregada de emoção...
Não é fácil falar do tema,
pois interfere o coração.
E à luz da escrita que não morre,
a alma sublime quer ser rainha,
mas o coração estremecendo
pelo sangue que em suas veias corre,
não deixa a alma falar sozinha!
O meu poema se encolhe e baixa o olhar,
faço então silêncio,
e deixo o coração falar!
A alma sublima, o coração sente...
O meu poema estremece de assombro,
incapaz de prosseguir,
e deixa-se cair no meu ombro...
Porque a alma e o coração,
em constante sintonia,
fazendo eles um todo
dão a vida à poesia...
Maria Helena Quartas Esteves
Meu resgate
Caminhei horas em pensamentos seus.
Mas perguntei ao meu Deus por quê?
E então percebi que na ausência doída,
Caminhei horas em pensamentos seus.
Mas perguntei ao meu Deus por quê?
E então percebi que na ausência doída,
Faltava exatamente o tanto que me destes.
Aquele amor em rosas que exalavam paixão.
Aqueles corpos divinos que aqueciam a alma.
Teus gestos ceifando meus ímpetos aos gritos.
Tuas mãos desenhando geografias tão íntimas.
Queria o tempo voltar para ter-te segundos.
Escutar tua voz e bailar entre as nuvens.
Tocar teus cabelos com jeito menina.
Abrir o meu peito ao grito contido.
Rasgar meu pranto nesse manto puro.
Fundir nossas almas nesse cristal universo.
Silvia Dunley
“ÉS O MEU PORTO DE ABRIGO”
É para o mar que caminho, sem tino
Com o impulso forte de um destino
Pelo meio de pinhais e verdes florestas
É para o mar que caminho, sem tino
Com o impulso forte de um destino
Pelo meio de pinhais e verdes florestas
Beijadas pela lua cor de prata a iluminar as giestas!
Dos montes e matas e moitas e muros
Gerânios e goivos em longos abraços
Estendem os seus braços,
E seus lábios vermelhos e puros!
E eu tenho no peito
Um barco sem leme perdido na bruma
De praias beijadas por beijos de espuma!
E tenho-te na alma meu amor-perfeito
Que me esperas no mar! És o meu porto de abrigo,
Onde a saudade aportou ficando comigo!
Alfredo Costa Pereira
Sonho contigo estrela luminosa,
e assim vai passando o tempo,
linda mulher de lábios cor de rosa,
que não sai do meu pensamento.
e assim vai passando o tempo,
linda mulher de lábios cor de rosa,
que não sai do meu pensamento.
Grafando meu amor em poesia,
vou navegando no mundo virtual,
onde a saudade destrói a alegria,
e só a carência parece ser real.
Faço amizades de retracto e nome,
que ocultam a identidade verdadeira,
almas aflitas que o medo consome,
e a solidão é eterna companheira.
Um triste cenário de falso colorido,
onde a mentira é mais do que banal,
e a vida perde aos poucos o sentido,
se esvaindo como paixão de carnaval.
Sonho contigo estrela luminosa,
de olhos claros como a luz do dia,
sorriso prateado tal qual a lua airosa,
voz melodiosa como linda sinfonia.
Em minhas longas noites de vigília,
rogo por ti em preces com todo fervor,
mesmo sabendo que com alegria,
em outros braços entregas teu amor.
Sou apenas um romântico sonhador,
guiado por essa paixão que me domina,
sem mágoa, ressentimento ou rancor,
transformo em versos minha triste sina.
Por isso te agradeço comovido,
todos poemas que por ti criei,
inspiração do etéreo desconhecido,
onde sabem que sempre te amarei.
Sonho contigo estrela luminosa,
e quero o coração te entregar,
numa noite de verão maravilhosa,
com a lua iluminando o imenso mar.
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