Canal Mirim








Uma belo sítio infantil desenvolvido por Ana Stoppa









       



DIREITOS DAS CRIANÇAS

Saiba quais são os Direitos das CriançasDurante a Assembléia Geral das Nações Unidas, no dia 20 de novembro de 1959, que representantes de centenas de países aprovaram a Declaração dos Direitos da Criança. Ela foi adaptada da Declaração Universal dos Direitos Humanos, só que voltada para a criançada! Mas, é muito difícil a luta para que esses direitos sejam respeitados. A Declaração dos Direitos da Criança tem 10 princípios que devem ser respeitados por todos para que as crianças possam viver dignamente, com muito amor e carinho. Nós brasileiros temos o dever de proteger e valorizar nossas crianças pois não devemos esquecer que elas serão o nosso futuro.

1-Toda criança será beneficiada por esses direitos, sem nenhuma discriminação por raça, cor, sexo, língua, religião, país de origem, classe social ou riqueza. Toda e qualquer criança do mundo deve ter seus direitos respeitados!

2-Toda criança tem direito a proteção especial, e a todas as facilidades e oportunidades para se desenvolver plenamente, com liberdade e dignidade.

3-Desde o dia em que nasce, toda criança tem direito a um nome e uma nacionalidade, ou seja, ser cidadão de um país.

4-As crianças têm direito à crescer com saúde. Para isso, as futuras mamães também têm direito a cuidados especiais, para que seus filhos possam nascer saudáveis. Toda criança também têm direito a alimentação, habitação, recreação e assistência médica!

5-Crianças com deficiência física ou mental devem receber educação e cuidados especiais! Porque elas merecem respeito como qualquer criança!

6-Toda criança deve crescer em um ambiente de amor, segurança e compreensão. As crianças devem ser criadas sob o cuidado dos pais, e as pequenas jamais deverão separar-se da mãe, a menos que seja necessário. O governo e a sociedade têm a obrigação de fornecer cuidados especiais para as crianças que não têm família nem dinheiro para viver decentemente.

7-Toda criança tem direito de receber educação primária gratuita, e também de qualidade, para que possa ter oportunidades iguais para desenvolver suas habilidades. E como brincar também é um jeito gostoso de aprender, as crianças também têm todo o direito de brincar e se divertir!

8-Seja em uma emergência ou acidente, ou em qualquer outro caso, a criança deverá ser a primeira a receber proteção e socorro dos adultos.

9-Nenhuma criança deverá sofrer por pouco caso dos responsáveis ou do governo, nem por crueldade e exploração. Nenhuma criança deverá trabalhar antes da idade mínima, nem será levada a fazer atividades que prejudiquem sua saúde, educação e desenvolvimento.

10-A criança deverá ser protegida contra qualquer tipo de preconceito, seja de raça, religião ou posição social. Toda criança deverá crescer em um ambiente de compreensão, tolerância e amizade, de paz e de fraternidade universal.

VAMOS PROTEGER NOSSAS CRIANÇAS, ELES SÃO O FUTURO.






O Cachorro e o seu Reflexo 

 Fábula de Esopo

Um dia um cachorro carregava na boca um enorme osso, e ao passar por uma ponte sobre um riacho, de repente, viu sua própria imagem refletida na água, e imaginou que se tratava de outro cachorro, com um osso maior que o seu.

Ele não pensou duas vezes, deixou cair no riacho o osso que carrega, e ferozmente se lançou sobre a imagem refletida na água para tomar o osso do outro.

O Cachorro acabou perdendo os dois ossos, aquele que viu no reflexo do riacho, e o seu próprio, que ao soltar na água, a correnteza acabou levando para longe.


Ao perceber seu engano, o cachorro saiu da água triste e arrependido.

Moral da História:  Quem tudo quer tudo perde.




MÚSICA INFANTIL:
Teresinha de Jesus
Teresinha de jesus
Deu a queda foi ao chão
Acodiram-lhe três cavaleiros
Todos três chápeu na mão.

O primeiro foi seu pai
O segundo seu irmão
O terceiro foi aquele que a
Teresa deu a mão
Teresinha levantou-se
Levantou-se la do chão
E sorrindo disse ao noivo
Eu te dou meu coração.


Quanta laranja madura
Quanto limão pelo chão
Quanto sangue derramado
Dentro do meu coração.

Da laranja quero um gomo
Do limão quero um pedaço
Da menina mais bonita
Quero um beijo e um abraço.












Parlendas

                                 

Versinhos para crianças


Batatinha quando nasce,

Se esparrama pelo chão.

Menininha quando dorme

Põe a mão no coração.
___
______________________


Um, dois, feijão com arroz.

Três, quatro, feijão no prato.

Cinco, seis, chegou minha vez

Sete, oito, comer biscoito

Nove, dez, comer pastéis.
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Sete e sete são catorze, com 

mais sete, vinte um.

Tenho sete namorados, mais 

não gosto de nenhum.
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Serra, serra, serrador! Serra o 

papo do vovô! Quantas tábuas

 já serrou?

Uma delas diz um número e as 

duas, sem soltarem as mãos, 

dão um giro completo com 

os braços, num movimento 

gracioso.

Repetem os giros até completar 

o número dito por uma das 

crianças.
_________________________



Um elefante amola muita 

gente...

Dois elefantes... amola, amola 

muita gente...

Três elefantes... amola, amola, 

amola muita gente...

Quatro elefantes amola, amola, 

amola, amola muito mais...

(continua...)
_________________________



Chuva, choveu

Goteira pingou

Pergunte ao papudo

Se o papo molhou
_________________________



 Hoje é domingo, pé de 

cachimbo.

Cachimbo é de ouro, bate no 
touro.

Touro é valente, bate na gente.

A gente é fraco, cai no buraco.

Buraco é fundo, acabou-se o 

mundo.
_________________________



– Cala a boca!

– Cala a boca já morreu

Quem manda em você sou eu!
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- Enganei um bobo...

Na casca do ovo!
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Fui à feira

Encontrei uma coruja

Pisei no rabo dela

Ela me chamou de cara suja
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“Sol e chuva, casamento de 

viúva.

Chuva e sol, casamento de 

espanhol.”
_________________________



Bam ba la lão

Senhor capitão,

Espada na cinta,

Ginete na mão.
_________________________



Uma pulga na balança

Deu um pulo

E foi a França
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Era uma bruxa

À meia-noite

Em um castelo mal-assombrado

Com uma faca na mão

Passando manteiga no pão
_________________________



A B C D

Meu burrinho sabe ler

Minha mãe mandou ir na escola

Para ele aprender!
_________________________



Rei, capitão,

soldado, ladrão.

moça bonita

Do meu coração.



_________________________

_

Tá com frio?

Toma banho no rio

Tá com calor?

Toma banho de regador
_________________________



A vovó da Mariazinha

Fez xixi na panelinha

E falou pra todo mundo

Que era caldo de galinha.
_________________________



Dedo Mindinho

Seu vizinho,

Maior de todos

Fura-bolos

Cata-piolhos.
_________________________



Lá em cima do piano tem um 

copo de veneno

Quem bebeu morreu

O culpado não fui eu
_________________________



Quem foi a Portugal

perdeu o lugar.

Quem foi a Cotia

Perdeu a tia.

Quem foi a Pirapora

chegou agora.






































Neste site encontrarás belas histórias que vais apreciar muito







A Cigarra e a Formiga
Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava uma folha pesada, perguntou:
- Ei, formiguinha, pra que todo esse trabalho? O verão é pra gente aproveitar! O verão é pra gente se divertir!
- Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo pra diversão. É preciso guardar comida para o inverno.
Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o bosque. Quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer.
Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha. A cigarra então aconselhou:
- Deixa esse trabalho pras outras! Vamos nos divertir. Vamos, formiguinha, vamos cantar! Vamos dançar!
A formiguinha gostou da sugestão. Ela resolveu ver a vida que a cigarra levava e ficou encantada. Resolveu viver também como sua amiga.
Mas, no dia seguinte, apareceu a rainha do formigueiro e, ao vê-la divertindo, olhou feio pra ela e ordenou que voltasse ao trabalho. Tinha terminado a vidinha boa.
Dai, a rainha das formigas falou pra cigarra:
- Se não mudar de vida, no inverno você há de se arrepender, cigarra! Vai passar fome e frio.
A cigarra nem ligou, fez uma reverência pra rainha e comentou:
- Hum!! O inverno ainda está longe, querida!
Pra cigarra, o que importava era aproveitar a vida, e aproveitar o hoje, sem pensar no amanhã. Pra que construir um abrigo? Pra que armazenar alimento?
Começou o inverno, e a cigarra começou a tiritar de frio. Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. Desesperada, foi bater na casa da formiga. Abrindo a porta, a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio. Puxou-a pra dentro, agasalhou-a e deu-lhe uma sopa bem quente e deliciosa.
Naquela hora, apareceu a rainha das formigas que disse à cigarra.
-No mundo das formigas, todos trabalham e se você quiser ficar conosco, cumpra o seu dever: toque e cante pra nós.

- A-ha! Pra cigarra e pras formigas, aquele foi o inverno mais feliz das suas vidas




 
Atirei O Pau No Gato
Atirei o pau no gato...tô
Mas o gato...tô
Não morreu..reu..reu
Dona Chica..cá
Admirou-se..sê
Com berrú, com berrú
Que o gato deu
Miau!
Dona Chica.. cá
foi à polícia, ciá
Mas a polícia, ciá
Não prendeu..deu..deu
Dona Chica..cá..cá
Admirou..se..se
Com berrú, com berrú
Que o gato deu...
Miau!



A LENDA DO BICHO PAPÃO

               

A lenda do bicho-papão é  mundialmente conhecida. E é muito usada pelas mães para colocar medo em uma criança, no sentido de associar o bicho papão à contradição ou desobediência da criança em relação à ordem ou conselho do adulto.
O bicho papão também é muito lembrado na hora de colocar as crianças para dormir, qual a mãe que não cantou aquela famosa musiquinha..(Bicho papão sai de cima do telhado, deixa  o (nome) dormir sossegado.

Na época das Cruzadas, a imagem de um ser abominável já era utilizada para gerar medo nas crianças. Os muçulmanos projetavam esta figura no rei Ricardo, Coração de Leão, afirmando que caso as crianças não se comportassem da forma esperada, seriam levadas escravas pelo melek-ric (bicho-papão): “Porta-te bem senão o melek-ric vem buscar-te”.
A imagem do bicho-papão possui variações de acordo com a região. No Brasil e em Portugal, é utilizado o termo “bicho-papão”. Nos Países Baixos, o monstro leva o nome de Zwart Piet (Pedro negro), que possui a tarefa de pegar as crianças malvadas ou desobedientes e jogá-las no Mar Negro ou levá-las para a Espanha. Em Luxemburgo, o bicho-papão (Housecker) é um indivíduo que coloca as crianças no saco e fica batendo em suas nádegas com uma pequena vara de madeira.

O bicho-papão se esconde no quarto das crianças mal educadas, nos armários, nas gavetas e debaixo da cama para assustá-las no meio da noite. Outro tipo de bicho-papão surge nas noites sem luar e coloca as crianças mentirosas em um saco pra fazer sabão. Quando uma criança faz algo errado, ela deve pedir desculpas, caso contrário, segundo a lenda, receberá uma visita do monstro.





Bela Adormecida


 HISTÓRIA INFANTIL A BELA ADORMECIDA



                         Bela Adormecida

Era uma vez... um rei e uma rainha que desejavam muito ter um bebê. Um dia nasceu uma menina, a princesa tão desejada.

Quando ela completou um ano, o rei ofereceu uma festa convidando o dono das terras vizinhas, com seu pequeno filho.

Durante a festa, chegaram três fadas para presentear a princesa. A primeira lhe desejou beleza; a segunda lhe desejou formosura. Mas antes que a terceira pudesse dizer seu desejo, apareceu uma feiticeira e rogou uma praga:

- Quando completares 15 anos, menina, hás de espetar teu dedo num fuso e hás de morrer.

E, dizendo isso, desapareceu.

Diante do espanto de todos, a terceira fada falou:

- Não, a princesa não vai morrer. Cairá em sono profundo, porque esse é o meu desejo, e despertará, depois, com um beijo de amor.

O rei ficou muito assustado e ordenou que queimassem todas as rocas do reino pra livrar a princesa da maldição da bruxa.



Tempos depois... a jovem, que já tinha completado 15 anos, possuía todas as virtudes concedidas pelas fadas e era amada por todos. Um dia passeando pelo castelo chegou até a torre mais alta. Quando abriu a porta, deparou-se com uma velha fiando linho. Era a feiticeira, disfarçada.

A princesa ficou muito interessada, pois nunca tinha visto uma máquina como aquela e quis fiar também. Ao tentar, furou o dedo e logo adormeceu. O mesmo aconteceu com todos os habitantes do castelo.

As fadas logo, logo, ficaram sabendo do que tinha acontecido e correram para o castelo e levaram a princesa para seus aposentos. O príncipe foi logo, logo, avisado do que acontecera.

E a bruxa, sabendo que o príncipe tentaria salvar a jovem, quis esconder o castelo e fez crescer ao redor dele uma floresta, assim, de repente, num passe de mágica.

O príncipe partiu imediatamente pra salvar a princesa. Mas, ao chegar, deparou-se com a floresta fechando todos os caminhos. Desorientado, ele não sabia mais o que fazer, lembrou-se então das fadas e pediu-lhes ajuda. Estas fizeram então aparecer em suas mãos um machado.

E foi com ele que o príncipe abriu caminho e pôde entrar no castelo. Chegou à torre aproximou-se da princesa e a beijou. Ela despertou, linda, linda!.







Iniciava-se assim uma nova era de felicidade pra todos.













       BOM DOMINGO CRIANÇAS!!!!!!!!















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 A ROSA E O PRÍNCIPE AMARELO

No alto duma montanha
Erguia-se um castelo
Onde vivia um príncipe
De todos o mais belo.

Mas triste estava ele
Pois não tinha princesa
E emagrecia a cada dia
Esmorecendo a sua beleza.

O Rei, tão preocupado,
Chamou um pajem ao seu cuidado
E disse-lhe para procurar
Uma princesa para casar.

E lá foi ele…

Correu vales e montanhas,
Rios e íngremes penhascos
Até que, numa margem, a viu
E, com o assombro, caiu.

Mas era um espanto bom,
De muita admiração.
Tinha, enfim, encontrado a bela
Para ao príncipe dar a mão.

Partiram juntos para o castelo
E o pajem ia tão contente!
Já conseguia imaginar, em sonhos,
O Rei, a dar pulos, sorridente.

Quando a Rosa se mostrou
O Príncipe nem queria acreditar!
Era a flor mais maravilhosa
Com que jamais podia sonhar!

Juntos viveram felizes                              
E tiveram muitos filhinhos
Uns nasceram flores amarelas
Outros rosas sem espinhos.

Cristina Pereira







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Fonte: Danças de roda  
             Edições Convite à música         








 

Fonte: Danças de roda
 Edições Convite à música










HISTÓRIA AOS QUADRADINHOS


Quero contar-vos uma história
Dum homem quadrado
Que vivia sozinho
Num círculo fechado.
- Impossível!!!
- Dizem vocês.
Mas não…É verdade.
Ele era tão pequeno
Que no círculo onde vivia
Tudo era feito à medida
E assim ele cabia
Muito à vontade!
O senhor homem quadrado
Viu um dia pela janela
Passar mesmo de pertinho
A coisa mais, mais bela!
Na verdade, não era uma coisa
Mas sim uma senhora triangular,
Que passeava livre, sozinha
Perfumando tudo ao passar.
O senhor homem quadrado
Ficou apaixonado!
Quis do círculo sair
E à senhora triangular pedir.
- Pedir?... Mas o quê?
- A sua mão em casamento!
Na sua mente já imaginava
Como seria belo esse momento!
Foi para a rua ter com ela
E com a pressa até quebrou uma janela.
Mas quando a viu à sua frente
O seu coração riu tão contente
Que ficou a olhar embasbacado
De olhar nela colado!
Dona senhora triangular
Achou aquilo muito engraçado
Riu alto para quem ouviu
E quando o senhor quadrado falou
Ela com atenção ouviu.
- Sim – respondeu ela.
Que felicidade, que alegria
E deram o nó logo naquele dia!

 Cristina Pereira










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Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga.A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga.
Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida.
A lebre muito segura de si, aceitou prontamente.
Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes.
Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar.
Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.
Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada,, toda sorridente.

Moral da história: Devagar se vai ao longe!






Os Três Porquinhos



Era uma vez, 3 porquinhos que viviam na floresta,
cada um na casa que construiu.

Os dois mais novos só pensavam em brincar
e não gostavam de trabalhar. Um fez a casa de palha
e o outro de madeira, o mais velho que era trabalhador
fez uma casa de tijolo e cimento, que lhe dava segurança.
Os mais novos faziam troça dele, que levava o tempo
todo a trabalhar e não brincava.

Certo dia, o lobo pareceu e cada um fugiu para sua casa,
o lobo aproximou-se da casa de palha e começou a soprar
com tanta força que o telhado e as paredes foram para o ar.
O porquinho correu para a casa do outro irmão, o lobo
voltou a soprar com tanta força, que depressa derrubou a madeira.
Os dois porquinhos, assustados correram para casa do irmão mais velho.
E o lobo furioso voltou a soprar, mas desta vez não
conseguiu derrubar a casa de tijolos e acabou por se ir embora.
Os dois porquinhos aprenderam a lição, primeiro trabalhar e depois brincar.
E foram felizes para sempre.

                                







O RATINHO

O ratinho deu à ratinha um anel para brincar.
Ela perdeu-o num buraco e pôs o ratinho a chorar.
O ratinho deu à ratinha um pastel para comer.
Ela comeu-o todo sem sequer agradecer.
O ratinho deu à ratinha um ramo de flores cheirosas.
Ela deitou-o fora dizendo que eram horrorosas.
O ratinho deu à ratinha um vestido de cetim.
Ela rasgou-o todo porque não gostava deles assim.
O ratinho pegou numa panela e nela foi, então, viajar.
Não disse adeus à ratinha e partiu sorrindo, a sonhar.

Cristina Pereira









O LEÃO

Corri.
Deixei a selva.
Fugi do leão malvado
que atrás de mim veio
e queria comigo fazer seu recreio:
- Comer-me o danado!
Pois não era que tinha fome
e ainda por cima de gente
como eu para meter no dente!
Escondi-me num poço
escuro como bréu.
Pus pauzinhos e folhas
a servir de camuflagem.
Foi um esconderijo tão perfeito
que o leão nem por mim deu.
Passou, rondou, cheirou.
Por fim, foi-se embora.
- Malvado, danado,
querendo comer gente! -
Isso não se faz a ninguém.
Ainda mais a uma menina pequenina
e cheia de sonhos, também!

Cristina Pereira









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AS FLORES

No jardim do parque viviam muitas flores de vários feitios e cores.
Lindas e cheirosas embelezavam e perfumavam o ar de quem por ali passava.
Era um reino de flores maravilhosas onde todas se achavam “a mais bela” e por isso não havia paz.
Discutiam, sem fim, quem seria, por fim, a rainha de todas elas.
Margaridas e malmequeres, amores-perfeitos e rosas… lavavam as pétalas com o orvalho das manhãs e arrebitavam-se ao sol para sorrir e mostrar às outras o quanto eram vãs.
Que tristeza contemplar tamanha beleza e descobrir que, em toda aquela riqueza, afinal só havia tristeza. Alguém tinha que pôr fim à querela do título da “mais bela”.
Uma mãe passeava com o seu menino. Descontraídos, felizes, numa bela tarde de domingo.
O menino parou e, de repente, olhou e viu o jardim de flores.
Correu para elas e, sem se importar, pisou quase todas elas.
Apanhou algumas. Fez um raminho de flores amarelas e, com um sorriso aberto, voltou para a sua mãe, dando-lhe, sem saber, o presente mais lindo que no seu coração tem.
As flores, abalroadas, magoadas, estragadas… Viam com espanto todo o seu encanto quebrado.
Já não havia rainha. Já ninguém era a mais bela. Todas elas perceberam, por fim, que a sua maior riqueza residia no olhar de quem as via e recebia.
Fizeram as pazes. Até choraram com a alegria. E naquele reino maravilhoso, agora, só existia silêncio e harmonia.
E quando, por ali, alguém passava, olhava e sorria.                        

Cristina Pereira










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DOMINGO NA PRAIA

Domingo, na praia,
eu fui passear.
Vi os barcos ancorados
e as ondas do mar.

Na areia brinquei,
corri descalça, descansei.
Vi gaivotas no céu.
Fingi voar, também, eu.
                                                                 
Com o pai e a mãe,
construí um castelo.
De areia foi feito,
mas de todos o mais belo.

Chegada a hora de voltar
para casa, pois então,
despedi-me do azul mar,
cantarolando uma canção.

Meus pais deram-me a mão
e eu fiquei bem no meio,
saltitando pelo chão,
sorrindo feliz com o passeio.

Cristina Pereira










PATINHO

Era uma vez um patinho amarelinho que só queria ser bailarino. Pediu ao pai, pediu à mãe, pediu aos avós e até ao padrinho.
Todos lhe disseram que não e houve até alguém que se riu mas, não vou dizer quem foi, não, não.
Partiu, então, o patinho à procura do seu sonho.
Escalou vales e montanhas, nadou rios e enfrentou marés.
Nunca desistiu, nem mesmo já quando lhe doíam os pés.
Um dia, encontrou, no meio duma estrada, um outro patinho.
Ficaram logo amigos e puseram-se a caminho.
Chegaram, os dois, finalmente à cidade.
O patinho amarelinho procurou, então, realizar o seu sonho, de verdade.
O amigo, esse, se despediu e nunca mais ninguém o viu.
Tinha outro sonho, também ele e não era ali o lugar dele.
Sozinho na grande cidade, o patinho amarelinho chorou.
Foi o primeiro momento de fraqueza desde que a sua jornada começou.
Depois, já recomposto, lembrou-se da família e teve saudades.
Mas, o sonho era, ainda, maior que todas as outras verdades.
Começou a dançar na rua como se estivesse num salão.
E, de repente, uma multidão aplaudia e deitava moedas ao chão.
O patinho, espantado, com tal demonstração de afeto,
soube, teve a certeza que tinha realmente feito o mais correto.
Nunca mais parou de dançar e já não era um patinho triste.
Era amado por muitos e respeitado pelos do seu meio.
Tornou-se uma grande vedeta. Deu espetáculos por todo o lado.
Mas, no seu coração, faltava ainda um bocado.
Esse pedaço era a família que tinha deixado para trás.
Então, pegou nas malas, voltou para casa e celebrou com eles a paz.

Cristina Pereira






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BARCO DE PAPEL

Duma folha de jornal,
fiz um barco de papel
que naveguei ao largo,
nos mares, por um cordel.

Fiz dele a minha casa.
Meti lá todos os meus haveres:
sonhos, brinquedos, aventuras
e a minha idade em saberes.

Fui feliz no meu barco.
Dele fui seu capitão.
Marinheiro experiente,
nas ondas da imaginação.

Cristina Pereira







SINAIS DE PONTUAÇÃO



Os parêntesis  ( ) e as reticências  …
Foram dar uma volta para passear
Sentaram-se debaixo duma árvore
E puseram-se a pensar
Surgiram os dois pontos : e o travessão  -
Que com eles queriam ficar
Mas a senhora ponto e vírgula  ;
Também queria mandar
Perguntaram ao ponto de interrogação ?
Quem tinha o direito de ali estar
Juntou-se o ponto de exclamação !
E a resposta ficou no ar
Dona vírgula , mal disposta
Porque se tinham esquecido dela
Foi buscar o ponto final .
E acabou com a querela
Todos juntos e amigos
Mas cada um no seu lugar
Acabaram o passeio
E tiveram uma história para contar

Cristina Pereira









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História maluca

Estava uma tarde magnífica. O sol brilhava num céu azul sem nuvens. Os passarinhos voavam de árvore em árvore e, na relva, por vezes, pousavam. O riacho corria lentamente, seguindo o seu caminho, acompanhado de perto pelas flores silvestres que, nas suas margens, sorriam.
No parque, as crianças brincavam e riam de alegria. Estava um tão lindo dia!
Mas tudo isso viria a mudar quando, de repente, uma nuvem veio pousar e todo aquele brilho ameaçar.
No início, era branquinha e não metia muito medo. Mas, foi crescendo, crescendo... até ficar cinzentinha e do tamanho dum camião!
- Ohhh... - disseram as crianças - oh, nãoooo!!!!
Correram para os pais e apertaram-lhes a mão. 
Os passarinhos pararam de chilrear e já não se viam a voar.
O riacho, ainda corria, mas, agora, a balouçar. As suas amigas florzinhas fecharam as pétalas à espera de se poderem abrigar.
A nuvem rebentou. No céu, um grande estrondo toou. E mil gotas caíram no chão, molhando tudo, pois então.
As crianças e os pais correram e nos carros se esconderam, à espera que passasse. 
Assistiram, dos vidros, maravilhados, a natureza aos saltos, como se de uma dança da chuva se tratasse.
Depois, tudo parou. A nuvem partiu e o sol voltou.
Sem abrigos, as crianças, muito tristes, voltaram para casa.
Mas, o parque ficou diferente. Os passarinhos chapinhavam e nas florzinhas bebericavam
O riacho, ainda, corria... Mas, agora, a transbordar. Nas suas águas, viam-se folhas e ramos a viajar.
A natureza sorriu... Agradeceu ao sol que a aquecia e à nuvem por a regar.
Esta história maluca, de doida não tem nada. É só uma maneira de entreter a criançada.

Cristina Pereira



MENINICE


O menino queria o balão que tinha voado e aterrado no chão.
O menino queria o pássaro poisado na árvore a comer o grão.
O menino queria ser chuva e regar as flores nascidas no verão.
O menino queria jogar no campo relvado e fazer um golão.
O menino queria a menina sentada no banco a comer algodão.
A menina viu o menino sorriu para ele e deu-lhe a mão.
O menino e a menina juntos na nuvem deram um beijão.
E como todo menino e menina que têm tempo de crescer
Partiram para suas casas sem pensar mais se ver.

Cristina Pereira







Faça você mesmo um vulcão em erupção
 Faça você mesmo um vulcão em erupção
Com este modelo de vulcão em erupção, ninguém mais vai precisar correr para se proteger.

Você vai precisar de:
    Um vidro alto com tampa
    Água
    Bicarbonato de sódio
    Detergente líquido
    Corante de alimentos vermelho ou laranja
    Um vasilhame de plástico grande ou uma bacia
    Poeira ou gesso e  tintas
    Pinhas de pinhão (opcional)
    Vinagre
Como criar um vulcão em erupção:
Passo 1: Pegue um vidro alto, desses que vêm com pickles ou azeitonas, e misture 1/4 de xícara de água, 1/4 de xícara de bicarbonato de sódio, três colheres de sopa de detergente líquido e algumas gotas de corante vermelho ou laranja.
Passo 2: Coloque a tampa no vidro e posicione-o no centro do vasilhame grande ou da bacia plástica.
Passo 3: Construa uma montanha de sujeira ou areia em torno do vidro. (Vai funcionar melhor se a sujeira ou a areia estiver levemente úmida.) Cubra a montanha com gesso e pinte-a para parecer um vulcano de verdade. Você pode até decorá-lo com as pinhas de pinhão para parecerem árvores.
Passo 4: Agora ... é a hora da lava! Tire a tampa do vidro e coloque rapidamente 1/4 de copo de vinagre. Afaste-se. Todos podem ver o vulcão entrar em erupção.


                                                       http://www.joaninhastravessas.com.br





Plantando Sonhos

Plantando Sonhos
Pedrinho chegou todo satisfeito com o brinquedo que ganhou da vovó Liana.

- Um copinho colorido com uma haste encaixada na tampa, na ponta uma argola vazada. 

- Mamãe, como brinca com este brinquedo?

Pergunta o pequeno com três anos de idade.

-Ah filho isso é um brinquedo para fazer bolinhas de sabão.

Muito legal!


Vem aqui no quintal perto da casa do Tutuco, ( o salsicha de estimação da família), vem Pedrinho, a mamãe vai te ensinar a brincar!

Fascinado como brinquedo colorido o menino observou atentamente a mãe abrí-lo.
Simone retira a haste, mostra para o pequeno dizendo:

- É muito fácil querido, aqui dentro tem uma mistura de água e sabão. Tá vendo as argolinhas? Então, quando você tirar do tubo as argolinhas saem molhadas na mistura.

- Que mistura mamãe?

- De água e sabão.

Em seguida, retornou a haste para o frasco colorido.

- Filho, vamos contar ...

Um...Dois....Três!

No três você sopra devagar perto dos círculos.

Pedrinho obedeceu.

Dezenas de bolas multicoloridas brotaram, como que por magia!

O garoto ficou maravilhado.

- Filho você pode pegá-las, veja!

- Não mamãe, não quero!

- Mamãe, não quero que você pegue - disse quase que em tom de súplica.


Mesmo sem entender, Simone parou diante da carinha pensativa.
Esboçou abraçá-lo, quando ouviu:

- Mamãe, a gente não pode pegar, é preciso deixar nascer...

- Nascer o que filho?

- Não pode pegar, mamãe - repetiu. Precisa plantar!

- Plantar o que Pedrinho?

- Mamãe, plantar as bolinhas coloridas para nascer um montão de Arco-Íris!



   (Ana Stoppa)





Jéssica, a Joaninha Travessa

Jéssica, a Joaninha Travessa
Conheça essa travessa Joaninha da Dona Naná!
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Se Liga, Vai Nessa, Que é Bom à Beça!

Se Liga, Vai Nessa, Que é Bom à Beça!
Se liga, vai nessa
Que é bom à beça
Ser um cara legal
Bom amigo, leal

Se liga, vai nessa
Que é bom à beça
Repartir o o pão
E a fé na oração

Se liga, vai nessa
Que é bom à beça
Praticar a caridade
A paz e a bondade

Se liga, vai nessa
Que é bom à beça
Ter hora para tudo
Lazer e estudos

Se liga, vai nessa
Que é bom à beça
Mais vale o saber
Do que o mais ter

Se liga, vai nessa
Que é bom à beça
Com amor valorizar
Quem vem ensinar

Se liga, vai nessa
Que é bom a beça
Ter família, abrigo
E grandes amigos

Se liga , vai nessa
Que é bom a beça
Cuidar do planeta
Pra não ser careta!

Se liga, vem nessa!


(Ana Stoppa)















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Um comentário:

  1. Bom dia

    Muito criativo e aconchegante. Como disponibilizar poesias ou videos para que sejam publicados neste site. Abraço e Parabens!

    Magno Leite.

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