ANTERIORES ENTREVISTAS
Queremos conhecer melhor os nossos poetas!
É o privilégio de fazer parte do Solar de Poetas.
A jornalista Shirley M. Cavalcante vai entrevistar poetas do Solar.
As entrevistas serão posteriormente divulgadas em Portugal e no Brasil, através das parcerias efetuadas por SMC (smccomunicacao@hotmail.com), ao nosso lado nesta parceria.
Informa-te como podes participar neste projeto.
Bem-vindo ao Divulga Escritor.
O Solar de Poetas é o teu grupo no facebook.
P.S. - Os pedidos de informação adicional devem ser remetidos por email para o seguinte endereço: smccomunicacao@hotmail.com. As entrevistas serão posteriormente orientadas e desenvolvidas pela SMC que as divulgará gradualmente de acordo com o calendário que vá sendo estabelecido pelos promotores: smccomunicacao@hotmail.com



Solar de Poetas
Grupo: https://www.facebook.com/groups/solardospoetas/?fref=ts
Blog: http://solardepoetas.blogspot.pt/p/cantinho-da-admi.html

Jornalista Shirley M. Cavalcante (SMC) entrevista escritora Ana Antunes
Ana Antunes nasceu na Póvoa de Lanhoso, em 1962. Estudou em Braga, onde reside atualmente. Tirou o curso do magistério Primário e posteriormente a licenciatura em administração Escolar. Exerce a profissão de professora. Neste percurso de vida, casou e teve três filhos, que lhe preenchem na totalidade o seu lado maternal. É muito sensível e aprecia a humildade e a sinceridade das pessoas. Nos tempos livres adora ler e escrever. Publicou dois livros de poesia. O primeiro intitula-se Sentimentos em Poesia e o segundo Elogio à vida.
“É com mágoa que digo que a editora que editou os meus livros, nem os que eu paguei me deu… Já fui falar de poesia a uma escola e não tive livros para levar pois a editora por mais que eu pedisse não me deu.”
Boa Leitura!
SMC - Escritora Ana Antunes é um prazer ter você conosco no projeto Divulga Escritor, conte-nos o que a motivou a ter gosto pela leitura?
Ana Antunes - Sempre fui uma pessoa sensivel e a forma que tinha de me alienar dos problemas era lendo. Sonhava com os protagonistas, que me levavam a viajar pelo mundo, me faziam viver as suas emoções e sonhar, sonhar,…Entrava num mundo encantado que me fazia crescer, amadurecer, evoluir e aprender com essas histórias. A leitura ajudou-me a ultrapassar conflitos pessoais, a descobrir a essência da minha existência,…
SMC - Em que momento começou a escrever poesias? Qual a importância da poesia para sua vida?
Ana Antunes - Desde criança que me lembro de ver poesia em tudo o que me rodeava. Ficava parada a observar a natureza. As paisagens com toda a sua magnificiência e os pormenores: um botão de flor a abrir para a vida, uma abelha a pousar de flor em flor, o aveludado e as cores das pétalas, o trabalho das formigas, uma pinga de chuva a cair num charco, os desenhos das nuvens, a água a correr num pequeno ribeiro,…Enfim todas as maravilhas que a natureza encerra me fascinavam e fascinam. Por vezes sentia o meu coração a doer e a natureza confortava o meu olhar e a minha alma (tive uma infância com muito amor e muita dor - conflitos entre os pais). Colocar essa poesia no papel, só em outubro de 2011 quando fui obrigada a parar de trabalhar por causa de uma operação. E de um mês e meio de atestado médico surgiu o 1º livro “Sentimentos em Poesia”. Entretanto nunca mais deixei de escrever, por isso passado um ano lancei o 2º livro “Elogio à Vida”. Neste momento tenho poesia para o 3º livro. A poesia é vida e a vida sem poesia é muito pouco, por isso escrevo para viver melhor.
SMC - O que diferencia seu livro “Sentimentos em Poesia” de seu livro “Elogio à Vida”?
Ana Antunes - O 1º livro “Sentimentos em poesia”, foi escrito em catadupa pondo cá fora todos os sentimentos que estavam guardados em gavetas mal fechadas e por isso com um pequeno toque elas abriram e as palavras saltaram para o papel de uma forma extraordinária. Estava tudo no coração e saltou para a minha mão.
O 2º livro foi uma continuação do 1º, embora um pouco mais maduro, mais pensado. De qualquer forma também este surge de sentimentos, da observação da natureza, de sonhos e sobretudo do amor na sua forma mais global, por isso lhe dei o título “Elogio à Vida”
SMC - Como você se sente ao terminar de redigir uma poesia? Que mensagem você quer transmitir para as pessoas?
Ana Antunes - Depende dos sentimentos que me vão na alma no momento. Se estou feliz escrevo de uma forma suave e tento escrever para os outros, mostrando que o amor é a essência da vida e que vale a pena lutar por ele em busca da felicidade. Por vezes gosto do resultado que até me interrogo se fui mesmo eu que escrevi. Outras vezes as emoções são tantas que as coloco no papel de uma forma mais dura e não gosto tanto do resultado. Mas poesia é isso mesmo, “é tudo o que há de intimo em tudo”
A minha poesia prima pela simplicidade. É uma poesia palpável, que se toca, que se sente de imediato…e apela ao amor pela vida, pois esta é uma dádiva.
SMC - De que forma você, hoje, divulga o seu trabalho?
Ana Antunes - Divulgo a minha poesia colocando-a no Facebook e falando dos meus livros aos amigos. A maioria das editoras não faz muito para divulgar o trabalho dos novos autores. É com mágoa que digo que a editora que editou os meus livros, nem os que eu paguei me deu… Já fui falar de poesia a uma escola e não tive livros para levar pois a editora por mais que eu pedisse não me deu. Tenho tido pessoas a querer comprar-me o livro mas a editora não me responde aos emails nem atende os telefonemas…
SMC - Onde podemos comprar os seus livros?
Ana Antunes - A editora foi a Papiro, mas como nem os meus livros me deram muito menos distribuiram nas livrarias. Seria bom que lhes fossem pedidos livros para ver se respondem…
link http://blogdapapiroeditora.blogspot.pt/
Tels. 224955513 / 915447146
Rua de Pinto Bessa nº 615 - 4300 Porto
SMC - Ana pensas em publicar um novo livro?
Ana Antunes - Como já disse em cima estou a pensar publicar novo livro. Já enviei a minha poesia para algumas editoras e estou a aguardar respostas. Gostaria de ter mais sorte com a nova editora.
SMC - Quem é a escritora Ana Antunes? Quais seus principais hobbies?
Ana Antunes - A escritora Ana Antunes é uma pessoa muito sensivel, gosta de fazer os outros sentir aquilo que sinte, porque sabe o que sinte. Sente que a vida é um presente; sente que a vida não é uma coincidência, mas uma luta constante pelas conquistas e que é no amor que está a conquista; sente que o amor quando é está lá para vencer e não ser vencido.
É uma pessoa que apesar de frágil e de se deixar ir abaixo com alguma facilidade, mesmo com as lágrimas a correr, não desiste, vai à luta.
É sonhadora e tem necessidade de mudanças.
Gosta de ter amigos e aprecia imenso a natureza.
É maternal e o seu amor maior são os filhos.
O que mais gosta de fazer é passear a pé ou de carro para observar a natureza, pois esta transmite-lhe tranquilidade, energia para conquistar o dia seguinte e inspiração para escrever. Gosta de ler, de ir ao cinema e de conviver com os amigos.
SMC - Quais as melhorias que você citaria para o mercado literário em Portugal?
Ana Antunes - Gostaria imenso que as editoras fizessem um esforço maior na divulgação dos novos autores.
Divulgam livros que por vezes não têm grande valor literário, mas são de pessoas muito conhecidas do público. Atenção que não estou a falar dos escritores…
Por vezes há talentos escondidos, que nunca chegam a ver o sol, porque não têm nome no mercado, contudo se as editoras não fizerem um esforço maior, nunca terão.
SMC - Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista, agradecemos sua participação no projeto Divulga Escritor, muito bom conhecer melhor a Escritora Ana Antunes, que mensagem você deixa para nossos leitores?
Ana Antunes - Diria que um livro é um um bem precioso e um amigo. Nele podemos encontrar tanta coisa, que, com certeza dará alento à nossa vida.
Principalmente diria que a vida vale a pena ser vivida, se nela colocarmos Amor.
“O amor é um dos astros mais belos e liminosos existentes no firmamento da vida humana”
Braga, 03 de novembro de 2013
Ana Antunes
Participe do projeto Divulga Escritor
https://www.facebook.com/DivulgaEscritor
Solar de Poetas
Grupo: https://www.facebook.com/groups/solardospoetas/?fref=ts
Blog: http://solardepoetas.blogspot.pt/p/cantinho-da-admi.html

Allan
Garrido - Sem dúvida de madrugada.




Jornalista
Shirley M. Cavalcante (SMC) entrevista escritor Alfredo Costa Pereira
Agradecendo a gentileza da V. entrevista, passo a
apresentar um resumo da minha biografia.
Alfredo Costa Pereira
M.Sc. Engenheiro Mecânico (U.P.)
Membro sénior da Ordem
dos Engenheiros
Cédula profissional da
Ordem dos Engenheiros Nº 10199
Perito do ONDR
(Observatório Nacional das Doenças Respiratórias)
Pós Graduado pelo von
Karman Institute for Fluid Dynamics – (Bruxelas)
Investigador reconhecido
pela FCT – Fundação para a Ciência e Tecnologia)
Membro do Colégio Português
da A.S.H.R.A.E. (Portugal Chapter) desde 31 de Maio de 2005
Outorga do título de
“Especialista em Engenharia de Climatização”, pela Ordem dos Engenheiros
Professor Coordenador no
Departamento de Engenharia Mecânica do Instituto Superior de Engenharia do
Porto
Fundador e Consultor Geral
da empresa de projetos e consultadoria, A. Costa Pereira/Gestão de Energia
Térmica Lda.
Fundador e consultor da
empresa de certificação energética de edifícios e projetos de engenharia “Raul
Bessa Audicerta Lda.”
Membro
efetivo da A. S. H. R. A. E. (American Society of Heating, Refrigerating and
Air Conditioning Engineers, Inc ) nº 2036552
Formador de Peritos
Qualificados do Serviço Nacional de Certificação Energética e Qualidade do Ar
Interior em Edifícios, em QAI.
Vice-Presidente do Centro
de Investigação e desenvolvimento em engenharia mecânica do Instituto Superior de Engenh. do Porto
Membro da Associação
Portuguesa de Poetas
Piloto instrutor nº 15 de
aviões ultra-leves.
Boa Leitura!
SMC - Escritor Alfredo Costa é
um prazer contarmos com a sua participação no projeto Divulga Escritor,
conte-nos o que o motivou a ter gosto pela poesia?
Alfredo - Foi
fundamentalmente o convívio com a minha família desde muito novo. O meu avô Materno,
Mário Santos, o meu Avô Paterno, Alfredo A. Da Costa Pereira, e a minha Mãe,
Maria da Graça Santos Costa Pereira tinham grande talento para a escrita, tanto
em prosa como em poesia. A minha Mãe deixou um grade espólio literário, que não
está publicado.
SMC - Que temas você
aborda em seus textos poéticos?
Alfredo - A
Natureza e o amor.
SMC - Como foi a escolha
do Titulo para o seu livro “Harmonia”?
Alfredo
- “Harmonia” é uma palavra que se funde bem co a Natureza e com o amor.
SMC - Você escreve em
outros gêneros literários além da poesia?
Alfredo - Sim,
tenho escrito romance e ensaio, embora não tenha publicado.
SMC - Escritor Alfredo,
onde podemos comprar o seu livro?
Alfredo - O
livro foi editado pela “CORPOS EDITORA”. Basta encomendá-lo pela Net.
SMC - Qual a mensagem
que você quer transmitir ao leitor através de seus textos literários?
Alfredo
- A vida tem que ser vivida com harmonia, onde o amor e o contacto com a
Natureza têm um papel fundamental.
SMC - Quais os seus
principais objetivos como escritor? Pensas em publicar um novo livro?
Alfredo - Não
me considero escritor, mas sim Professor, Investigados e Engenheiro. Apenas
escrevo nas poucas horas vagas que vou dispondo para o efeito. Quanto a
publicar mais livros, presentemente tenho mais 12 em edição de Autor, estando a
terminar o 13º. Apenas os publicarei se encontrar uma Editora que o faça sem
quaisquer custos para mim.
SMC - Quais os seus
principais hobbies?
Alfredo - Aviação
ultra-ligeira, passeios pela Natureza e gastronomia, além da leitura, claro.
SMC - Quais as melhorias
que você citaria para o mercado literário em Portugal?
Alfredo - Conseguir
editoras que consigam publicar novos autores (sem serem apenas os consagrados)
sem custos iniciais para os mesmos.
SMC - Pois bem, estamos
chegando ao fim da entrevista, agradecemos sua participação no projeto Divulga
Escritor, muito bom conhecer melhor o Escritor Alfredo Costa, que mensagem você
deixa para nossos leitores?
Alfredo - Ler é
uma experiência enriquecedora, que muito ajuda a pensar bem, e a compreender
“grandes-pequenos” acontecimentos pessoais ou universais, narrados por quem os
viveu.
Alfredo Costa Pereira
Participe do projeto Divulga Escritor

Sou,
Maria do Céu Rosário Ribeiro Valença, nascida em Viana do Castelo há cinquenta
anos. Sou vianense de nascimento e lisboeta de alma e coração.
Trabalho
na Associação Empresarial de Viana do Castelo, onde exerço a actividade de
técnica de contabilidade há vinte e cinco anos.
Faço
parte da organização do grupo de tertúlias “Viana é Poesia”.
“Quando escrevo… realço aqui que não sou escritora mas sim uma mera
divulgadora…gosto de prosa, tenho alguns escritos meus ,mas nada publicado e
participei apenas até hoje, numa antologia ,de uma grande amiga Maria José
Lacerda, editora da Universus.”
Boa Leitura!
SMC - Escritora e ativista cultural, Céu Rosário é um
prazer contarmos com a sua participação no projeto Divulga Escritor conte-nos o
que a motivou a trabalhar com literatura?
Céu: Não sou escritora… gosto de
divulgar poesia, arte , cultura em geral…
SMC - Que tipo de textos gostas de escrever?
Céu: Quando escrevo… realço aqui que não sou escritora mas sim uma mera
divulgadora…gosto de prosa, tenho alguns escritos meus ,mas nada publicado e
participei apenas até hoje, numa antologia ,de uma grande amiga Maria José
Lacerda, editora da Universus.
SMC - Qual a mensagem que você quer transmitir aos leitores através de
seus textos literários?
Céu: o que escrevo não é dedicado a ninguem em especial…
eu sou assim,uma story teller inremediavel…
apenas solto as frases que trago dentro do meu
alforge mágico,
espalho as pelos ventos cosmicos do imaginário…
agrada me historias de amores impossiveis…
como a paixao do sol pela lua..que se tocam por
momentos em espaços longinquos…
aprendi que a suprema utilidade das palavras não é
servirem para designar coisa,mas fazerem sonhar…eu sou a grande sonhadora…
a arquitecta da realidade.
Muitos pensam que sou poeta,lirica nas palavras que
escolho…
mas não,porque poeta é aquela que parece pedir
desculpa ás palavras,
porque ao usá-las sente que está a fazer com que
percam a virgindade…
e o acto de escrever poesia transforma-se
idealmente na reposiçao cirurgica
de uma virgindade perdida.Eu apenas sonho…e agarro
esses sonhos…
porque neles…queridos amiga(o)s…sou
verdadeiramente…livre.
SMC - Qual o objetivo do Grupo “Viana é Poesia”?
Céu: Viana do
Castelo é uma cidade fabulosa, mas como qualquer cidade fabulosa e acolhedora,
apresenta algumas lacunas. Desde há muito tempo, que um grupo de vianenses
sentia uma vontade ferrenha de dinamizar Tertúlias, onde as Palavras aliadas à
Música trouxessem à nossa cidade noites mágicas, nas quais os Cúmplices das
Palavras se juntassem e desfrutassem de maravilhosos serões poéticos.
Felizmente, e graças a alguns sonhadores e viajantes do Mundo da Poesia, as
Tertúlias estão a acontecer!! Numa parceria com a Associação Empresarial de
Viana do Castelo e a Focus Life iniciamos algo, que esperamos que venha a
perdurar ao longo dos tempos.
SMC - Se algum restaurante desejar ter o evento, o gestor pode solicitar
e planejar a realização do evento, ou o mesmo é realizado sempre em um mesmo
local?
Céu: Não. Os locais são
sempre diversificados, associados da Associação Empresarial de Viana do
Castelo. A primeira tertúlia realizou-se no mês de Julho de 2013 e
após um interregno de dois meses, voltamos com mais vontade! No passado dia 10
de Outubro aconteceu a nossa segunda tertúlia. Este evento realizou-se no
restaurante "O Sr Bife" e a Poesia simplesmente aconteceu!! A
terceira no Iate Clube e no Natal aconteceu no restaurante “A Matriz”.
Em Janeiro, fomos convidados pela
Associação Criativa de Caminha e foi algo emocionante ver tantos participantes
envolvidos. Uma noite de emoções…
Para todas as tertulias temos parcerias
com as seguintes empresas: Aevc, Academia de Musica de Viana, Focus Life e Taxis Vianense.
Há sempre um momento musical, pela
Academia de Música, com várias peças de música clássica; o segundo o jantar; o
terceiro um momento de tertúlia com várias rondas onde os presentes se poderão
inscrever e declamar poemas de sua autoria ou de poetas à sua escolha. Os
autores podem, inclusive promover no local livros editados da sua autoria.
SMC - Quem pode participar dos eventos do Grupo “Viana é Poesia”?
Céu: Os poetas participantes (presentes) nas
Tertúlias são Lúcia Ribeiro, António
Carlos Santos, Tina Tinoco, Alda Melro, Francisco Carneiro Fernandes, Raquel
Rodrigues, Porfirio Silva, Ângela Cerqueira e Daniela S.Pereira. É extremamente importante
referir que as nossas Tertúlias não se destinam exclusivamente a pessoas, que
desde há muito tempo estabeleceram uma relação intimista com as Palavras!
Queremos muito que apareçam nas nossas Tertúlias,TODOS! Não é relevante se não
têm o hábito de escrever, podem perfeitamente ler poemas de poetas que
apreciem, mas por favor não deixem de aparecer, mesmo que sintam que não se
identificam com o Mundo da Poesia e o considerem um Mundo um pouco à parte!
Estamos convencidos de que mudarão de ideias, a curto prazo!
SMC - Céu você é gestora do grupo Toque de Midas, como foi criado o
grupo? quem pode participar?(se possível, por gentileza deixe-nos o link para o
grupo em resposta
)
Céu: O grupo foi criado
através do meu blogue de divulgação de poesia: O Toque de Midas (http://rosarinho12.blogspot.com/)
Podem participar todos
os amigos que cultivem o gosto pela escrita…
SMC - Quais os seus principais hobbies?
Céu: Gosto de publicar na minha página do facebook
e no meu blogue textos de diversos escritores que vou encontrando no meu
caminho…
Gosto de ler, de
conversar, de caminhar, ouvir musica e acima de tudo respirar, o ar da minha
cidade…
SMC - Quais os principais objetivos da escritora e ativista Cultural Céu
Rosário?
Céu: Gostaria de mostrar ao
"mundo" os maravilhosos poetas escondidos, que com o seu toque de
Midas, dão um colorido especial a tudo que existe no Universo!
Quais as melhorias que
você citaria para o mercado literário em Portugal?
Céu: Gostaria
que em cada cidade houvesse tertulias, envolvimento do publico em geral.
O objetivo é aproximar o público da
poesia erudita e popular.
Mais divulgação por
parte das editoras.
Considero prioritário o investimento
na educação!
SMC - Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista, agradecemos sua
participação no projeto Divulga Escritor, muito bom conhecer melhor a Escritora
Céu Rosário, que mensagem você deixa para nossos leitores?
Céu: Que não sou poeta,
apenas desenho sentimentos…
“A vida...traz-nos um pouco de tudo...
ensinamentos...desalentos...lutas
...e...
do que já vivi e de tudo
que ainda virá...
agrada-me o que não sei....
Sei o que já foi pelas
entrelinhas escritas...
na palma da minha mão e ...
que os olhos de nenhuma
cigana lê...
porque o que a minha alma
canta...
é música que jamais
acaba....
O que sei ....já foi e
...sou...
O que não sei... é tudo que
quero...
mas não espero...
Da espera... não se vive a
vida....
Da espera... apenas se
espera....
palavras...ao vento...”
(...)
Participe do projeto Divulga Escritor

Antônio da Silva Fernandes, nasceu em Braga, onde reside atualmente,
Ingressou no movimento associativo na década de 70 através do grupo de teatro
GETA-Grupo Experimental de Teatro Amador, onde desempenhou várias atividades de
representação e de escrita de textos para as peças que levou á cena, foi
presidente da direção durante a sua existência. Foi vice-presidente da
associação de pais da escola Francisco Sanches. Vice-presidente da Associação
Portuguesa de Deficientes,Vice-presidente da Associação de Solidariedade Social
de Este S. Mamede - IPSS, em Braga, e atual presidente de Assembleia Geral.
“O teatro amador é uma
experiência de viagem pelo real e pelo irreal, fascinante. Alucinante nuns
casos. Terrível noutros. E de aceitação do interesse comum em muitos outros.
É uma aprendizagem continua
sobre, e como, se comportam os semelhantes em condições semelhantes e em
condições diferentes também.”
Boa Leitura!
SMC - Escritor
Antônio Fernandes é um prazer contarmos com a sua participação no projeto
Divulga Escritor, conte-nos o que o motivou a ter gosto pela escrita?
Antônio
Fernandes - O gosto pela escrita surge mais como
necessidade do que como gosto específico. Deriva das condicionantes implícitas
à vida e à crescente necessidade em transmitir uma opinião audível aos diversos
níveis. Intelectual. Sentimental. Existencial.
Funciona como um escape ao quotidiano. Retratando
para a posteridade que lhe for atribuída uma forma racional do raciocínio que
ajuízo claro, justo, e credível!
SMC - Você
chegou a escrever peças para o teatro, na qual fostes presidente de direção, o que o motivou a
escrever para o teatro?
Antônio
Fernandes - O teatro é, por excelência, uma forma
de personificação da vida dos personagens imagináveis. No que de bom e de mau
tem cada um, assim como dos que nada tem de proveitoso mas que se conseguem
afirmar pela roupagem externa que usam.
O teatro é,
enquanto movimento associativo, um exercício de comunhão de ideias e ideais,
mas também, de divergências e convergências de opinião sobre a sociedade em
geral. É também, um exercício de capacidade organizativa na abordagem temática
e de consensos assim como de estruturação coletiva. A que acresce a gestão dos
recursos Humanos, técnicos e financeiros.
O teatro amador é uma experiência de viagem pelo real
e pelo irreal, fascinante. Alucinante nuns casos. Terrível noutros. E de
aceitação do interesse comum em muitos outros.
É uma aprendizagem continua sobre, e como, se
comportam os semelhantes em condições semelhantes e em condições diferentes
também.
Conseguir traduzir em um, ou vários textos, as
diferentes formas de estar e de se comportar dos vários personagens, é algo de
gratificante e indutor da capacidade critica construtiva de mostrar o que somos
e como somos em sociedade.
SMC - Hoje,
que tipos de textos você escreve? Quais os temas que você aborda em sua
escrita?
Antônio
Fernandes - Os textos que hoje em dia vou
escrevendo são de inspiração diversa porque a vida atingiu níveis de
diversidade pujantes.
A evolução dos comportamentos sociais derivados do
aperfeiçoamento tido nas componentes: acadêmica; evolução tecnológica;
automatização dos procedimentos desde a transformação das matérias primas ao
consumo; A globalização exponencial dos hábitos de vida; o cruzamento racial;
entre muitos outros.
Os modelos de organização social propulsores de
qualidade de vida em melhoria continua para as classes mais desfavorecidas e os
que tentam manter o status quo das classe dominantes. O Estado Social e o
Estado Neoliberal. A noção do equilíbrio possível numa sociedade em mutação
constante e em que a sobrevivência é condição primeira!
A crônica. A narrativa. A poesia.
Uma panóplia de diversidade tal, em que a abrangência
se torna complexa quando se pretende individualizar o que não é passível de o
ser.
SMC - Em que
momento você se sente mais inspirado a escrever?
Antônio
Fernandes - Não tenho o momento certo ou incerto
para escrever.
Todos os momentos são momentos em que pode acontecer.
Há estados d'alma mais ou menos propícios a que
aconteça. Desde que hajam condições para que ocorra. O local e a ferramenta.
Escrever é um acaso continuo sem fio condutor de
interesse que desagúe em publicação. Vulgo livro. Ou até artigo de opinião.
Como disse, é uma necessidade em expressar por
escrito a minha opinião sobre o que vai acontecendo à minha volta.
SMC- De que
forma você, hoje, divulga o seu trabalho?
Antônio
Fernandes - Exprimindo opinião publicada em órgãos
de comunicação social local.
Colaborando em coletâneas de poesia e de prosa.
Fazendo intervenção política escrita, publicada ou
discursiva, dentro de organização política, associativa, fóruns e outros.
Nas redes sociais onde publico matéria diversa e de
acordo com as temáticas sugeridas. Poesia; Crônicas; Narrativas; Outros.
SMC - Quais
seus objetivos como escritor? Pensas em publicar um livro?
Antônio
Fernandes - Não alimento objetivos nesta área
específica, a de assumir ser escritor, até porque nunca foi essa a minha forma
de vida profissional.
Escrevo pelas razões e pelos motivos que já referi.
Penso publicar um, ou mais, livros sobre as temáticas
já referidas.
SMC - Você já
trabalhou como locutor, conte-nos como foi que surgiu esta oportunidade? Você
pensa em voltar as rádios?
Antônio
Fernandes - Produzi, realizei e fiz a locução de
dois programas de rádio em duas rádios locais.
Um primeiro a que chamei de
"Solidariedade". E um segundo a que chamei de
"Cumplicidades".
Ocorreram em anos distintos entre os anos de 2000 e
2005.
Eram programas com a duração de uma hora. Em horário
de inicio de tarde e ao fim de semana. A sua emissão ocorria ao Sábado com
repetição ao Domingo na mesma hora. O seu conteúdo constava de conversa
informal com figuras públicas tentando mostrar ao ouvinte o outro lado do
personagem enquanto cidadão.
A experiência foi construtiva na justa medida em que
me permitiu, também, conhecer o outro lado dos personagens.
Não penso voltar a fazer rádio embora possa acontecer
em virtude das dificuldades porque passam. E como nestas coisas, sempre fui
voluntário, e o que fiz foi de forma graciosa, posso correr o risco de vir a
ser convidado. O que já aconteceu mas desta feita para um projeto de televisão.
Simplesmente, por motivos diversos, não aceitei.
SMC - Quem é o
escritor Antônio Fernandes? Quais seus principais hobbies?
Antônio
Fernandes - Sou mais um no meio da multidão.
Hobbies?
Não tenho por motivos de saúde. O hobbie principal
que tinha era a pesca.
Tenho atividades cívicas: Militância política;
Presidente da AG de uma Instituição de Solidariedade Social (IPSS); Dirigente e
participante em diversas valências de uma Academia sénior; Dinamização e
participação em tertúlias de caráter eminentemente cívico e de exercício de
pleno direito da cidadania.
SMC - Quais as
melhorias que você citaria para o mercado literário em Portugal?
Antônio
Fernandes - Citaria um maior controlo sobre os
mercados paralelos existentes. Nomeadamente nos circuitos de plataformas
informáticas e de fotocópia de obras literárias.
Não é fácil. Mas é possível!
Citaria também a necessidade de uma maior exigência
qualitativa sobre todos os trabalhos publicados. Um maior controle sobre os
plágios. E também alguma seletividade nos conteúdos embora, nesta vertente, a liberdade
tenha regras. E, lamentavelmente, essas regras permitem que um livro possa ser
tudo, menos um livro na verdadeira acepção do conteúdo implícito ao conceito.
SMC - Pois
bem, estamos chegando ao fim da entrevista, agradecemos sua participação no projeto
Divulga Escritor, muito bom conhecer melhor o Escritor Antônio Fernandes, que
mensagem você deixa para nossos leitores?
Antônio
Fernandes - A mensagem que deixo é a de que não
podemos desistir do Homem enquanto Ser racional. E que para isso devemos ser
exemplo sério durante o curto tempo de vida que temos.
Porque o mundo e a vida continuam para além da nossa
singela existência, e que, do estado em que o deixarmos dependem todos os
outros que se nos seguirão!
Participe do projeto Divulga Escritor
Grupo: https://www.facebook.com/

Maria de Fátima Soares
Por Shirley M. Cavalcante (SMC)
Escritora Maria de Fátima Soares, mora em
Lisboa, escreve desde adolescência, quando criança fazia vários projetos que
professores de português elogiavam. Ganhou um concurso de poesia para pais e
alunos no gênero de poesia. No decorrer do tempo recebeu uma menção
honrosa, em concurso de poesia Alencriativos e um primeiro lugar num passatempo
também levado a efeito por eles. Está sempre escrevendo em seus blogs com muito
gosto e empenho. A escritora gosta de fazer parcerias com outros escritores e
tem várias participações de poesia em colectâneas e também em blogues além das
suas próprias obras de romance, poesia, infantil e infanto-juvenil.
Em entrevista ao projeto Divulga Escritor,
a escritora fala um pouco sobre sua carreira Literária, seus projetos e seus
livros.
“Dá-se crédito e cobertura aos nomes
sonantes, e por vezes não merecedores. Há muito, por exemplo: Quem escreva hoje
em Portugal e nem saiba escrever, mas peça a alguém que o faça, tendo grandes
tiragens. Basta ser uma figura pública, ou ter contactos.”
Boa Leitura!
SMC - Escritora Maria de Fátima Soares,
para nós é um prazer contar com a sua participação no projeto Divulga Escritor,
conte-nos o que a motivou a ter o gosto pela escrita? Em que momento você se
sente mais inspirada a escrever?
Maria de Fátima - Olá, Shirley, o prazer é meu. Bem,
direi que o gosto por escrever nasceu muito cedo. Na escola, evidenciava um
enorme gosto pela escrita e muita imaginação. Alguns trabalhos meus,
composições e um “livro/projecto,” foram expostos por professores, o que
me incentivava. Foi responsável por esse desenvolver de vontade. Ao longo da
vida fui reparando, que a caneta e o papel viajavam comigo. Tudo servia para
traduzir sentimentos. Na adoloescência como sabe, temos necessidade de
extravasar e poder fazê-lo em silêncio, dizendo muito era bom. Ainda hoje
constitui uma boa terapia, a par do hobbie. Não tenho momento
definido para escrever. Até de noite acordo. Rascunho-o se algo me parece
importante, válido. Normalmente nas horas mortas é quando gosto mais de o
fazer.
SMC - Hoje você tem um grande número de
livros publicados em diferentes segmentos: romances, infanto-juvenil,
fantástico/ficção, poesias. Como foi surgindo estes diferentes gostos
literários e o que a influenciou a ter esta diversificação de temas publicados?
Maria de Fátima - Sinceramente, gosto mais de escrever
ficção. A poesia no entanto, é inata em mim. Lembro-me de escrever poemas,
sempre. Já o gosto pela história infanto-juvenil nasceu, aquando o nascimento
das minhas filhas. Ambas têm um livro de histórias, que escrevi para cada uma,
quando nasceram. Daí fui adorando fazê-lo. Adoro crianças e jovens. Eu própria
ainda me custa capacitar da idade que tenho. Gosto muito de privar com jovens,
conhecer as suas ideias, problemas. Ouvi-los, tentar compreender os seus
sonhos, incentivá-los. Dar-lhes noção que avida é bonita, só com fazes menos
doces, mas cabe-nos transformá-la em algo digno de ser uma boa história também.
A nossa! O Romance… É porque sou romântica incurável. Mas tenho à vontade em
tudo.
SMC - Escritora Maria de Fátima, qual o
livro que demorou mais tempo para ser escrito e publicado? Conte-nos um pouco
sobre ele.
Maria de Fátima - Na realidade, dois! Estão escritos,
revistos. Um já foi proposto a uma editora e aceite, mas na altura tive um
problema de saúde. Deixei-o para trás. Ironicamente devido ao problema tido,
fiquei muito tempo fechada em casa. Imobilizada e escrevi muito. O outro, é
ainda o quarto volume duma trilogia já publicada, que foi sendo adiado. Um dia
hei-de publicá-lo, reintegrando a trama anterior resumida para recordar, e
fazendo-o livro único, mas encadeando tudo. Na verdade, escrever como escrevo e
o fiz nessa altura, produziu mais dois livros publicados, outros dois, que
também estão a aguardar. Curiosamente vou dando lugar a coisas novas, poesias,
colectâneas, mas não os esqueço. Estão prontos! É só voltar a apostar neles. Os
temas agradam-me ainda, portanto. Todos são romances.
SMC - Qual o livro que demorou menos tempo
para ser escrito e publicado? O que a motivou a escrever de forma mais intensa
que os demais livros escritos? Que temas você aborda neste livro?
Maria de Fátima - Os dois publicados, que foquei
atrás. Ao contrário dos que ficaram pelo caminho e escrevi, na mesma época.
Escrevi estes num correr de pena. Num gozo imenso. O desafio foi posto pelas
minhas filhas, de que não seria capaz. É ficção, pura! Versa o tema já
“exausto” dos vampiros. São livros grandes, muitas páginas. Muito diferentes na
linguagem e linha, do que costumo levar adiante. Como digo, adorei. Tenho-os
todos (aos meus livros) como filhos. Gosto de todos! De Ascensão e
Queda, Conflito e Retaliação, Pena Suspensa, anteriores. Outros menos é
lógico, mas estes, são um gênero de filho “preferido.” Uma história que poderia
acontecer, se existissem, a qualquer de nós. Uma grande luta do personagem
masculino até aceitar (por amor) algo que vai contra todas as suas convicções,
até ficar em paz.
SMC - De que forma você, hoje, divulga o
seu trabalho?
Maria de Fátima - Normalmente nas sessões de
apresentação. Nas livrarias em que a estiveram à venda, a pedido poderão ser
adquiridos, também. Na Wook alguns. Outros pessoalmente, com autógrafo ou junto
das próprias editoras. Mas não faço grande divulgação do trabalho, fora os
períodos mais importantes em que acontece mesmo a publicação. Acho que é um dos
grandes males do nosso país, quando o autor não é conhecido. Não lhe é dada
tanta cobertura, como alguém de vulto. Não sei se no Brasil também acontece,
mas em Portugal é muito mau esse apoio.
Tenho três blogs um de prosa e
assuntos generalistas http://convence-me.blogs.sapo.pt e
um de poesia http://verniznegro.blogs.sapo.pt e o dos
meus livros onde tenho sinopses e comentários http://omeueudepapel.blogs.sapo.pt
SMC - Onde podemos comprar os seus livros?
Maria de Fátima - Basicamente como expliquei. Por meu
intermédio e junto da editora. Ou nas livrarias que os representam. Nomedamente
a Bertrand, a Barata. Editorial Minerva. Editora Papiro. Mas pedidos a mim,
também já tenho feito chegar muitos, ao destino, inclusive ao Brasil. Podem ser
adquiridos também na Bubok.
SMC - Quais seus próximos projetos
literários? Pretendes publicar um novo livro?
Maria de Fátima - Sim! Tenho agendado um (vamos ver se
dá) para apresentar antes do Natal, mas no próprio mês de Dezembro. Outro de
poesia, de que falta acertar detalhes. E ainda uma produção “própria,” com
caracter humanitário, que quero levar adiante se tiver tempo. Pelo meio estão
alguns concursos de poesia a que pretendo concorrer, uns por convite, outros
que por norma que vão acontecendo. E muito mais se calhar. Estou também a
participar numa outra colectânea de contos e poesia de Natal. Parar de
escrever, para mim, não é uma hipótese. Terá de haver um motivo muito forte
para desistir, ou esmorecer.
SMC - Quem é a escritora Maria de Fátima
Soares? Quais seus principais hobbies?
Maria de Fátima - É uma pessoa muito simples, mas de
caracter muito vincado. Independente. Alguém que se incomoda com o que se passa
no mundo. Desigualdades de classes. Tenho opinião e expresso-a, ainda que possa
não ser conveniente. Sou uma pessoa dócil, possa não parecer. Disponível, para
ajudar quem quer mostrar o seu dom. Tiro prazer não só das minhas pequenas conquistas,
mas das dos outros e mostro-o. Porém, não gosto de pessoas que não me olham nos
olhos. Não escutam quando falamos. É uma forma de estar minha. Os meus hobbies?
Ler. Escrever, obviamente. Música, não vivo sem ela. Dança. Desenho. Trabalhos
manuais. Cinema. Filatelia. Passear junto ao mar. Fonte inesgotável de
inspiração e paz. Um complemento o mar. Muito importante especialmente no
Inverno. Alguma, muito pouca, televisão.
SMC - Quais as melhorias que você citaria
para o mercado literário em Portugal?
Maria de Fátima - Como já frisei: A comunicação social
e mesmo a comunicação entre editoras e o mercado nacional, ou exterior, é muito
deficiente. Dá-se crédito e cobertura aos nomes sonantes, e por vezes não
merecedores. Há muito, por exemplo: Quem escreva hoje em Portugal e nem saiba
escrever, mas peça a alguém que o faça, tendo grandes tiragens. Basta ser uma
figura pública, ou ter contactos. Publicar também é difícil. Caro! Como são os
livros para se adquirirem, e os acho de preço inflaccionado. Há muita gente
nova com muito boas hipóteses. A escrever muito bem, que devia ser aproveitada.
Não, é! Os mais velhos também não são vistos com o carinho e respeito devido.
Mesmo os grandes autores consagrados! É a minha opinião. E uma pena muito
grande.
SMC - Pois bem, estamos chegando ao fim da
entrevista, agradecemos sua participação no projeto Divulga Escritor, muito bom
conhecer melhor a Escritora Maria de Fátima Soares, que mensagem você deixa
para nossos leitores?
Maria de Fátima - Uma que penso muito importante.
Leiam. Muito. Não deixem de o fazer. Ler é viajar. Ter uma outra vida, ser quem
quisermos. “Falar” com pessoas que já desapareceram há séculos e ainda estão a
fazer-nos interagir, hoje, com elas e o tempo em que fizeram as suas histórias.
Mais importante que ler! Escrevam. Se gostam, nunca desistam por mais entraves
que vos ponham. Tentem aprender com as criticas más. Não as levar a mal. São
elas que nos fazem crescer. Sejam tenazes, mas humildes. Um dia? Os vossos
sonhos, realizam-se. Depois de tudo isto… Só o meu bem haja a todos. A si
também, Shirley pelo seu trabalho importantíssimo e por esta entrevista. Tudo
de bom!
Participe do projeto Divulga Escritor
Jornalista Shirley M. Cavalcante (SMC) entrevista escritora Ana Antunes
Ana Antunes nasceu na Póvoa de Lanhoso, em 1962. Estudou em Braga, onde reside atualmente. Tirou o curso do magistério Primário e posteriormente a licenciatura em administração Escolar. Exerce a profissão de professora. Neste percurso de vida, casou e teve três filhos, que lhe preenchem na totalidade o seu lado maternal. É muito sensível e aprecia a humildade e a sinceridade das pessoas. Nos tempos livres adora ler e escrever. Publicou dois livros de poesia. O primeiro intitula-se Sentimentos em Poesia e o segundo Elogio à vida.
“É com mágoa que digo que a editora que editou os meus livros, nem os que eu paguei me deu… Já fui falar de poesia a uma escola e não tive livros para levar pois a editora por mais que eu pedisse não me deu.”
Boa Leitura!
SMC - Escritora Ana Antunes é um prazer ter você conosco no projeto Divulga Escritor, conte-nos o que a motivou a ter gosto pela leitura?
Ana Antunes - Sempre fui uma pessoa sensivel e a forma que tinha de me alienar dos problemas era lendo. Sonhava com os protagonistas, que me levavam a viajar pelo mundo, me faziam viver as suas emoções e sonhar, sonhar,…Entrava num mundo encantado que me fazia crescer, amadurecer, evoluir e aprender com essas histórias. A leitura ajudou-me a ultrapassar conflitos pessoais, a descobrir a essência da minha existência,…
SMC - Em que momento começou a escrever poesias? Qual a importância da poesia para sua vida?
Ana Antunes - Desde criança que me lembro de ver poesia em tudo o que me rodeava. Ficava parada a observar a natureza. As paisagens com toda a sua magnificiência e os pormenores: um botão de flor a abrir para a vida, uma abelha a pousar de flor em flor, o aveludado e as cores das pétalas, o trabalho das formigas, uma pinga de chuva a cair num charco, os desenhos das nuvens, a água a correr num pequeno ribeiro,…Enfim todas as maravilhas que a natureza encerra me fascinavam e fascinam. Por vezes sentia o meu coração a doer e a natureza confortava o meu olhar e a minha alma (tive uma infância com muito amor e muita dor - conflitos entre os pais). Colocar essa poesia no papel, só em outubro de 2011 quando fui obrigada a parar de trabalhar por causa de uma operação. E de um mês e meio de atestado médico surgiu o 1º livro “Sentimentos em Poesia”. Entretanto nunca mais deixei de escrever, por isso passado um ano lancei o 2º livro “Elogio à Vida”. Neste momento tenho poesia para o 3º livro. A poesia é vida e a vida sem poesia é muito pouco, por isso escrevo para viver melhor.
SMC - O que diferencia seu livro “Sentimentos em Poesia” de seu livro “Elogio à Vida”?
Ana Antunes - O 1º livro “Sentimentos em poesia”, foi escrito em catadupa pondo cá fora todos os sentimentos que estavam guardados em gavetas mal fechadas e por isso com um pequeno toque elas abriram e as palavras saltaram para o papel de uma forma extraordinária. Estava tudo no coração e saltou para a minha mão.
O 2º livro foi uma continuação do 1º, embora um pouco mais maduro, mais pensado. De qualquer forma também este surge de sentimentos, da observação da natureza, de sonhos e sobretudo do amor na sua forma mais global, por isso lhe dei o título “Elogio à Vida”
SMC - Como você se sente ao terminar de redigir uma poesia? Que mensagem você quer transmitir para as pessoas?
Ana Antunes - Depende dos sentimentos que me vão na alma no momento. Se estou feliz escrevo de uma forma suave e tento escrever para os outros, mostrando que o amor é a essência da vida e que vale a pena lutar por ele em busca da felicidade. Por vezes gosto do resultado que até me interrogo se fui mesmo eu que escrevi. Outras vezes as emoções são tantas que as coloco no papel de uma forma mais dura e não gosto tanto do resultado. Mas poesia é isso mesmo, “é tudo o que há de intimo em tudo”
A minha poesia prima pela simplicidade. É uma poesia palpável, que se toca, que se sente de imediato…e apela ao amor pela vida, pois esta é uma dádiva.
SMC - De que forma você, hoje, divulga o seu trabalho?
Ana Antunes - Divulgo a minha poesia colocando-a no Facebook e falando dos meus livros aos amigos. A maioria das editoras não faz muito para divulgar o trabalho dos novos autores. É com mágoa que digo que a editora que editou os meus livros, nem os que eu paguei me deu… Já fui falar de poesia a uma escola e não tive livros para levar pois a editora por mais que eu pedisse não me deu. Tenho tido pessoas a querer comprar-me o livro mas a editora não me responde aos emails nem atende os telefonemas…
SMC - Onde podemos comprar os seus livros?
link http://
Tels. 224955513 / 915447146
Rua de Pinto Bessa nº 615 - 4300 Porto
SMC - Ana pensas em publicar um novo livro?
Ana Antunes - Como já disse em cima estou a pensar publicar novo livro. Já enviei a minha poesia para algumas editoras e estou a aguardar respostas. Gostaria de ter mais sorte com a nova editora.
SMC - Quem é a escritora Ana Antunes? Quais seus principais hobbies?
Ana Antunes - A escritora Ana Antunes é uma pessoa muito sensivel, gosta de fazer os outros sentir aquilo que sinte, porque sabe o que sinte. Sente que a vida é um presente; sente que a vida não é uma coincidência, mas uma luta constante pelas conquistas e que é no amor que está a conquista; sente que o amor quando é está lá para vencer e não ser vencido.
É uma pessoa que apesar de frágil e de se deixar ir abaixo com alguma facilidade, mesmo com as lágrimas a correr, não desiste, vai à luta.
É sonhadora e tem necessidade de mudanças.
Gosta de ter amigos e aprecia imenso a natureza.
É maternal e o seu amor maior são os filhos.
O que mais gosta de fazer é passear a pé ou de carro para observar a natureza, pois esta transmite-lhe tranquilidade, energia para conquistar o dia seguinte e inspiração para escrever. Gosta de ler, de ir ao cinema e de conviver com os amigos.
SMC - Quais as melhorias que você citaria para o mercado literário em Portugal?
Ana Antunes - Gostaria imenso que as editoras fizessem um esforço maior na divulgação dos novos autores.
Divulgam livros que por vezes não têm grande valor literário, mas são de pessoas muito conhecidas do público. Atenção que não estou a falar dos escritores…
Por vezes há talentos escondidos, que nunca chegam a ver o sol, porque não têm nome no mercado, contudo se as editoras não fizerem um esforço maior, nunca terão.
SMC - Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista, agradecemos sua participação no projeto Divulga Escritor, muito bom conhecer melhor a Escritora Ana Antunes, que mensagem você deixa para nossos leitores?
Ana Antunes - Diria que um livro é um um bem precioso e um amigo. Nele podemos encontrar tanta coisa, que, com certeza dará alento à nossa vida.
Principalmente diria que a vida vale a pena ser vivida, se nela colocarmos Amor.
“O amor é um dos astros mais belos e liminosos existentes no firmamento da vida humana”
Braga, 03 de novembro de 2013
Ana Antunes
Participe do projeto Divulga Escritor
https://www.facebook.com/
Solar de Poetas
Grupo: https://www.facebook.com/
Blog: http://

Jornalista
Shirley M. Cavalcante (SMC) entrevista escritor Allan Garrido
Allan
Garrido, nascido no dia 26 de outubro de 1979, natural de Bauru, escreve desde
de 1999. Os acontecimentos do passado fizeram com que, a vontade e o doce
desejo de escrever, viessem à tona sendo aprofundado no mundo dos escritos. É
autor de dois livros de poesias Amar Verbo Infinito e Voo Solo. Possui outros e
diversos textos publicados. Além de vídeos, frases, crônicas, poesias e letras
de música espalhados pelo site de buscas Google. É blogueiro nos blogs Artigos
do Garrido e Caminho das Estrelas . Vários projetos estão ainda em fase de
construção e planejamento dos mais variados temas e gêneros, tais como: -
Romance, ficção, infantil, épico, policial, drama e mais um de poesia.
“No Amar Verbo Infinito, o
mal-do-século fica mais evidente com poesias com temas sombrios, que falam da
vida e da morte. Já no Voo Solo, como o próprio nome já diz, é um livro com
liberdade poética, igual ao voo de um pássaro que pode ir aonde quiser.”
Boa Leitura!
SMC
- Escritor Allan é um prazer contarmos com a sua participação no projeto
Divulga Escritor, conte-nos o que o motivou a ter gosto pela leitura?
Allan
Garrido - Leio desde criança e sempre fui incentivado á isso.
Comecei com gibis, até chegar a ler livros.
E posso afirmar que, hoje sem sombra de dúvidas, são as minhas paixões.
Não há nada melhor do que ler.
SMC
- O que diferencia seu livro “Amar verbo infinito” de “Voo Solo”?
Allan
Garrido - Basicamente são os temas das poesias. No Amar
Verbo Infinito, o mal-do-século fica mais evidente com poesias com temas
sombrios, que falam da vida e da morte. Já no Voo Solo, como o próprio nome já
diz, é um livro com liberdade poética, igual ao voo de um pássaro que pode ir
aonde quiser.
SMC
- Allan, em que momento você se sente mais inspirado a escrever?
SMC
- Pensas escrever em outros segmentos, além de poesias? Quais seus próximos
projetos literários?
Allan Garrido - Sim, penso! Tenho vários projetos nos mais
diversos gêneros tais como: - romance, ficção, suspense, infantil e estou pra
lançar no site Amazon um livro do gênero erótico, uma série de nome Carol –
Primeiras Descobertas.
SMC
- Alan, onde podemos comprar os seus livros?
Allan Garrido - O Amar Verbo Infinito se encontra no site da
Livraria
Cultura, Amazon) Americana) e no site da editora Biblioteca 24 horas.
E o Voo Solo é exclusivo do site Amazon e agora o recém-lançado Avesso vendas
também pelo site Amazon. Abaixo os links de cada um:
Livro: Amar Verbo
Infinito
Amazon
Biblioteca
24 horas
Livro: Voo Solo
Livro: Avesso
SMC
- Quem é o escritor Allan Garrido? Quais seus principais hobbies?
Allan
Garrido - Uma pessoa simples que ama literatura,
livros, leitura, cinema, viajar e é um grande gamemaníaco!
SMC
- Que mensagem você quer transmitir para as pessoas?
Allan
Garrido - Que se quer algo tem que correr atrás, não
basta só sonhar mas também fazer de tudo para realizar.
SMC
- De que forma você, hoje, divulga o seu trabalho?
Allan
Garrido - Através de blogs que realizam resenhas, pela
ferramentas sociais tais como facebook, wattpad,
twitter, scribd e etc...
SMC
- Quais as melhorias que você citaria para o mercado literário no Brasil?
Allan
Garrido - Maior incentivo a leitura começando nas
escolas, na infância. Cuidando para que as novas gerações tomem gosto por ler e
assim formaremos uma classe adulta pensante e formadora de opiniões.
SMC
- Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista, agradecemos sua participação
no projeto Divulga Escritor, muito bom conhecer melhor o Escritor Allan Garrido,
que mensagem você deixa para nossos leitores?
Allan
Garrido - Prestigiem os autores nacionais, pois existem
muitos livros bons aqui também, não é só escritor estrangeiro que escreve bem.
Participe do projeto
Divulga Escritor
Solar de Poetas
Jornalista
Shirley M. Cavalcante (SMC) entrevista
escritora Maria La-Salete Sá
MARIA LA-SALETE SÁ nasceu a 17 de
julho de 1952 numa aldeia de Castelo de Paiva. É professora aposentada do 1º
Ciclo do Ensino Básico, profissão que exerceu durante 32 anos. Sempre gostou de
entrar no mundo onde a magia de viver é possível e aí estabelecer raízes embora
a vida nem sempre tenha sido um sorriso aberto e constante, razão pela qual
também se questionava sobre as razões de tantas diferenças sociais e culturais
entre as pessoas que a rodeavam. Estes questionamentos e busca de respostas
começaram logo na infância. Talvez estes sentimentos “de injustiça” tenham sido
a mola propulsora para desencadear a vontade e de escrever. E começou por
escrever para o jornal do Colégio e para mais dois jornais regionais. Em 2008
nasceu o seu primeiro livro “Fragmentos de um Percurso Interior”.
Hoje o seu tempo é dividido entre a leitura e escrita, entre as terapias
de Reiki - um trabalho que faz de alma e coração - e, claro, entre a família
agora acrescida com a dádiva de um netinho.
Boa leitura!
SMC – Escritora Maria La-Salete, é um prazer contar
com a sua participação no projeto Divulga Escritor, conte-nos o que a motivou a
ter o gosto pela escrita.
Maria La-Salete - O meu gosto pela escrita começou muito cedo. Penso
que surgiu desde que aprendi a escrever. Adorava fazer redações na escola
primária e hoje, relembrando um pouco esse percurso, posso dizer que nas
redações também entrava a poesia… mesmo não escrevendo propriamente textos
poéticos, sempre que os temas o permitiam, “adornava-os” com sentimentos,
“plantava-lhes” flores, “perfumava-os” com palavras ou frases que hoje poderiam
ser consideradas expressões poéticas.
Mas a escrita, sobretudo a
poesia, surgiu na sua plena aceção da palavra por volta dos meus 15/16 anos,
altura em que passei a ser aluna em regime de internato no Colégio de Nossa
Senhora da Bonança.
SMC
– Que temas você aborda em seu livro “Fragmentos de um Percurso Interior”? Como
foi a escolha do título?
Maria La-Salete -
“Fragmentos de um Percurso Interior” é um livro de poesia, de cariz
espiritualista, por assim dizer, ou, se preferirem, de cariz esotérico. É um
livro onde vou deixando as minhas conquistas, as minhas aprendizagens, o que ao
longo da existência me foi dado a conhecer (ou a relembrar o que nesta vida
parecia esquecido), enfim, um livro onde me retrato nas minhas verdades, na
senda do amor, mesmo muitas vezes vividas em desamores.
O título veio depois da
compilação dos poemas, porque na realidade a seleção não obedece a uma ordem
cronológica, nele há poemas de, pelo menos , três ou quatro décadas (o poema
“Alma Nua”, página 68, data de 1969). Por isso… “Fragmentos...”
SMC – Conte-nos como foi escrever
“Raízes”? Você pensou: vou escrever
“Raízes” ou o título veio após o livro pronto?
Maria La-Salete -
Escrever “Raízes” foi quase uma necessidade, mas também um grande desafio. Na
vida aprendi que não devemos guardar só para nós aquilo que dela recebemos, nós
somos aprendizes e mestres em simultâneo. Se aprendemos, cabe-nos partilhar,
dar a conhecer aquilo que acreditamos como real (sem no entanto fazer das
nossas verdades, verdades absolutas, pois o que é certo para mim pode não o ser
para outros, ou pode ser ainda que os “patamares de escolaridade” sejam
diferentes) – esta, a necessidade.
O desafio… é que em “Raízes” eu desnudo-me, aceito e vivo situações e
conceitos que nem sempre fizeram parte dos ensinamentos que socialmente recebi
(familiares, sociais, religiosos...), partilho meditações, situações de
“Mergulhos na minha alma”, assim como de viagens (reais ou imaginárias,
conforme a interpretação e aceitação de quem ler) a outros planos de
manifestação… Começa na minha infância e acaba com partilha de situações
vividas (e autorizadas a partilhar) durante sessões de Reiki.
O título veio já com o livro
pronto, depois de ponderar diversas hipóteses.
SMC
– Em que momento você se sente mais inspirada a escrever?
Maria La-Salete -
Os meus momentos de inspiração são muito diversas e dependem de muitos fatores.
A inspiração vem-me da alma. Por sua vez a alma vai buscá-la aos sonhos, às
pessoas, à Natureza, às coisas e/ou emoções que lhe tocam, quer pelo amor, quer
pela dor ou até pela revolta, mas alimenta-se muito mais do amor.
SMC
– Qual o público que você pretende atingir com o seu trabalho? Que mensagem
você quer transmitir para as pessoas?
Maria La-Salete -
Com o meu trabalho pretendo atingir todas as pessoas, mas em especial aquelas
que, tal como eu, sintam que não são meros transeuntes na estrada da vida, mas
que são algo mais, que são seres em busca de mais e mais SER, rumo a uma nova e
mais ampla vibração no caminho do Amor Incondicional. Por outro lado saliento
que acreditando que a Terra é um Ser Vivo, também acredito na existência dos
elementais da Natureza, assim acredito na magia da Vida.
A mensagem que quero transmitir é
que SOMOS SEMENTES DE AMOR, vamos então semear, viver e propagar esse amor!
SMC
– De que forma você, hoje, divulga o seu trabalho?
Maria La-Salete -
O meu trabalho é divulgado, principalmente através do facebook, quer na minha
página, quer nos diversos grupos de que faço parte, nas tertúlias que vou
frequentando, através de duas rádios que tiveram o prazer de me convidar para
falar dos meus trabalhos (Rádio Clube da Feira, programa “O Correr das Águas” e
no programa “Voz dos Sentidos”, Rádio Informédia). Tenho também um blog,
embora, de momento, pouco ativo.
SMC
– Onde podemos comprar os seus livros?
Maria La-Salete - “Fragmentos de um Percurso Interior” só
poderá ser adquirido através de mim, pois não está à venda nas livrarias;
“Raízes” pode ser adquirido também através de mim, nas livrarias Fnac (por
encomenda) ou através da Wook ou Bertrand, pelos seguintes links:
SMC – Quais os seus próximos
projetos literários? Pensas em publicar um novo livro?
Maria La-Salete - Projetos?
Vários:
- Um livro
de poesia infantil;
- Um conto
de fadas infanto-juvenil;
- Alguns
mini contos na gaveta;
- Um projeto
de romance focando a vivência de alguém logo após a morte…, algo que pode
parecer macabro, mas que será um romance de amor;
- A história
da Pardaloca Maria da Luz e do Sol (com o Melro Narciso dos Ramos Cerejeira);
- E… mais
poesia.
Se penso
publicar um novo livro? Claro que sim, mas não para já, ou… quem sabe?! A
poesia infantil está pronta, faltando apenas as ilustrações, não sei…
SMC – Quais
as melhorias que você citaria para o mercado literário em Portugal?
Maria La-Salete - Penso que os trabalhos deveriam ser mais divulgados e tanto as editoras
como os autores deveriam estar mais atentos à ortografia (e não me refiro só ao
acordo ortográfico), porque é de lamentar que se encontrem tão bons textos com
erros ortográficos, alguns deles gravíssimos. Por outro os custos de uma
edição são elevados e nem sempre o autor consegue recuperar o investimento
inicial.
SMC – Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista, agradecemos sua
participação no projeto Divulga Escritor, muito bom conhecer melhor a escritora
Maria La-Salete, que mensagem você deixa para os nossos leitores?
Maria La-Salete - A mensagem que quero deixar é a seguinte: Não há limites para a
grandiosidade do ser humano. No seu coração reside toda a sabedoria, sendo apenas
necessário ir retirando as “teias de poeira cósmica” que ao longo de tantas
vidas foram escondendo a nossa própria natureza, o verdadeiro SER que somos.
Obrigada a todos quantos me mimam com comentários e incentivos, obrigada
Shirley pela gentileza desta entrevista, obrigada ao projeto “Divulga
Escritor”, obrigada ao Solar de Poetas por ter permitido que a minha voz se
fizesse ouvir. Bem hajam!
Participe do projeto
Divulga Escritor
Solar de Poetas

Paula Cristina Marques, natural de Caldas de Vizela, nasci o dia 17 de maio
de 1969. Sou Licenciada em educação de infância e pós-graduada em Estudos da
Criança, estou presentemente , e través da Universidade do Minho, a terminar o
doutoramento na mesma área, especializando-me em literatura para a infância. Actualmente e desde 1994 que resido na cidade de Setúbal.
Foi na adolescência e na inquietude própria que acompanha esta fase da vida que
descobri o gosto pela poesia. Ler Paula
Cristina Marques, é entrar num universo onde a identidade se afirma.
“Isto porque, a poesia é para mim
indissociável da existência humana: é a extensão; o prolongamento; e o
resultado de pensamentos e emoções experienciadas por cada um de nós.”
Boa
Leitura!
SMC - Escritora Paula Marques é um prazer contarmos com a sua
participação no projeto Divulga Escritor, conte-nos o que a motivou a ter gosto
pela escrita?
Paula Marques - É com muito
gosto que eu participo neste vosso projeto “Divulga Escritor” que, como o
próprio nome o indica, ajuda os novos escritores não só a saírem do anonimato
como também a partilharam as suas experiências e caminhos no mundo literário.
Respondendo agora à sua pergunta: desde muito nova que eu gosto de escrever.
Recordo-me que ainda era eu muito jovem quando comecei a dar os primeiros
passos neste sentido. Escrevia textos por iniciativa própria e neles eu
brincava com as palavras, explorando as suas potencialidades metafóricas. Analisava
a junção das palavras que eu ia utilizando e gostava sobretudo de adjetivar
factos, emoções, paisagens, rostos... Posteriormente, esse crescente domínio
foi começando a exteriorizar-se nas aulas de língua portuguesa. Nomeadamente, através
das composições (tpc’s) que eram requisitadas e que, nesse âmbito, iam
surgindo.
SMC - Que temas você aborda em
seu livro “Voos de asas... quimeras”?
Paula Marques - No meu
livro “Voos de asas… quimeras” que vai ser lançado no dia 16 deste mês, eu falo
essencialmente de emoções. De estados de espírito que num determinado momento
se fizeram sentir e que pela sua intensidade deram origem a poemas que tentam
imortalizar esses mesmos sentires.
SMC - Como foi a escolha do
Título?
Paula Marques - A escolha
do título “Voos de asas… quimeras” surgiu naturalmente e foi a primeira escolha
que eu fiz quando comecei efetivamente a projetar a possível edição deste
livro. Isto porque, em primeiro lugar uma das poesias que nele constam tem
precisamente este título, sendo uma das poesias que eu considero mais
marcantes. Em segundo lugar, porque, de facto, eu convido o leitor a fazer voos
comigo. Voos imaginários que os levarão a um qualquer lugar da sua própria
existência e experiência de vida. Momentos passados ou até, talvez, sentimentos
que emergem através da leitura. Por isso, são voos que eu fiz e que eu pretendo
que ajudem o leitor a fazê-los também.
SMC - Além de poesias você
escreve outros tipos de textos?
Paula Marques - Sim. Tenho
vários contos de literatura para a infância dentro de uma gaveta que esperam
pacientemente o momento certo para ganhar cor, forma e vida. Presentemente
estou a terminar o doutoramento em Estudos da Criança, especializando-me
precisamente nesta área. Digamos que os contos de literatura para a infância
são um sonho adiado que vive e se alimenta na esperança da sua concretização. Para
além disso, escrevo também artigos científicos e textos que são publicados em
atas de palestras que vou fazendo na minha área de doutoramento.
SMC - O que a poesia representa
para você? Em que momento te sentes mais inspirada a escrever poesias?
Paula Marques - Se eu
tivesse a possibilidade de desenvolver sem limites esta sua pergunta, ela daria
origem a uma reflexão e, possivelmente, a uma poesia. Isto porque, a poesia é
para mim indissociável da existência humana: é a extensão; o prolongamento; e o
resultado de pensamentos e emoções experienciadas por cada um de nós.
Relativamente aos momentos que mais me inspiram, esses são sobretudo
os de introspeção. Portanto, nos momentos em que me sinto posta à prova ou em
que me interrogo sobre as razões de determinados acontecimentos. Normalmente
são estados de melancolia onde a solidão é a minha única companhia. São
momentos efémeros, mas muito profundos. São momentos de autodescoberta em que
eu me permito ir além daquilo que eu própria espero de mim.
SMC - Onde podemos comprar o seu
livro?
Paula Marques - Bem, eu
creio que o livro será posto à venda nas livrarias que apostam neste tipo de
leitura. Porém, e não obstante, nos lançamentos que irei fazendo por este país
fora, todos os interessados terão a oportunidade de adquirir um ou mais
exemplares. Claro que nestes locais com a particularidade de os adquirirem de
uma forma mais contextualizada e personalizada. Aproveito o momento para
convidar todos os interessados a participar no lançamento que, como disse no
início desta entrevista, acontecerá no dia 16 de novembro (21:30 horas) na livraria
da Fábrica Braço de Prata em Lisboa. Todos serão bem-vindos!
SMC - Quem é a escritora Paula
Marques? Quais seus principais hobbies?
Paula Marques - Falar sobre
a nossa própria pessoa é uma tarefa sempre muito difícil. Porém, posso
dizer-lhe, talvez, que me considero uma pessoa dotada de uma enorme força de
viver. Alguém que pega nas adversidades da vida e as transforma em gurus de
jornada. Academicamente sou licenciada em Educação de Infância, pós graduada em
Estudos da Criança e, como referi anteriormente, doutoranda na mesma área.
Quanto aos meus principais hobbies, são: ouvir música; pintar a óleo (embora já
não o faça desde 2010); ir ao cinema; observar a natureza; cuidar dos meus
gatos e pesquisar sobre temas que me despertam interesse e curiosidade.
SMC - Quais os seus principais objetivos como escritora? Você hoje
esta fazendo doutorado na área de Educação infantil, tens algum projeto voltado para o público
infantil?
Paula Marques - Digamos que
quanto aos meus objetivos sou ambiciosa. Com este livro pretendo abrir o meu
caminho no mundo literário. Acredito (tenho realmente essa convicção) de que
este será o primeiro de muitos outros. Houve um necessário processo de amadurecimento
e, por isso, só agora me senti preparada para o lançamento do meu primeiro
livro. Mas, e apesar de eu saber as dificuldades que comporta esta minha
ambição, quero, se possível, construir uma carreira como escritora. Sou uma
sonhadora? Sim, talvez. Mas só quem sonha tem o privilégio de provar o sabor da
sua concretização.
No que concerne aos projetos voltados para o público infantil, e como
já o referi, pretendo editar contos, sobretudo direcionados para as faixas
etárias que fazem parte da educação pré-escolar (entre os três e os cinco
anos).
SMC - Quais as melhorias que
você citaria para o mercado literário em Portugal?
Paula Marques - Na minha
opinião, o mercado literário português carece de muitos melhoramentos. Para o
efeito, as bases teriam de ser alteradas. E aqui entraríamos necessariamente em
campos políticos – o ministério da cultura português é muito pobre e a aposta
nessa área é infelizmente, cada vez menos, visível. Seria, por isso, necessária uma remodelação
profunda no nosso sistema político. Uma maior aposta na educação literária e
divulgação, são fatores chave para o melhoramento.
SMC - Pois bem, estamos chegando
ao fim da entrevista, agradecemos sua participação no projeto Divulga Escritor,
muito bom conhecer melhor a Escritora Paula
Marques, que mensagem você deixa para nossos leitores?
Paula
Marques - Gostaria de deixar aos leitores uma mensagem muito simples:
aproveitem a vida, vivendo-a! Não neguem os vossos sentires. Não se deixam
levar pelo pessimismo. Tampouco embarquem na onda do conformismo. Façam da
escrita uma ponte. Um caminho que vos ajude a alcançar a felicidade.
Muito obrigada pela oportunidade. Sempre ao vosso dispor,
Paula Marques
Participe do projeto Divulga
Escritor
Solar de Poetas
Teresa Glória Dias Teixeira dos Santos, nascida a 5 de Março
de 1955, natural de Vila Nova, Ferral, Montalegre e reside em Nogueira, Braga.
Desde criança que sente apelo por transmitir os seus sentimentos através de
poemas e prosa, tendo sido distinguida em alguns concursos de escrita. Iniciou
a sua vida acadêmica no Magistério Primário de Braga, onde se formou, em 1975.
Concluiu a Licenciatura em Educação Especial no Instituto de Estudos Superiores
de Fafe, em 2001. Lecionou em várias escolas do distrito de Braga em diferentes
níveis de ensino. Após vários anos dedicada ao ramo da educação, o amor pela
vida, a natureza e a sua infância levaram-na a retomar a escrita e a pintura.
No entanto, redescobriu esse gosto com mais intensidade durante o período de
doença do seu irmão.
“As novas tecnologias estão a levar os jovens
a deixar de ler… Há que fazer um esforço para que elas mesmo sejam um veículo
para levar os jovens à leitura.”
Boa Leitura!
SMC - Escritora Teresa
Teixeira, é um prazer contar com a sua participação no projeto Divulga
Escritor, conte-nos o que a motivou a ter o gosto pela escrita?
Teresa Teixeira -
Desde jovem que a magia me perseguia e escrever em diários e papelinhos era um
hábito constante. Essa minha vontade de exteriorizar os meus pensamentos foi-se
desenvolvendo ao longo do meu percurso acadêmico e docente. Os meus alunos
deram-me sempre uma grande motivação e incentivo para a escrita; mas foi um
motivo triste que me levou a transmitir aos outros o que sentia – a morte de
meu irmão, a quem dedico o livro Suspiros de Alma. Prometi-lhe que um dia o
escreveria, vou cumprir agora essa promessa. Chegou a hora de mostrar ao mundo
tudo que a alma grita baixinho.
SMC - Que temas você
aborda em seu livro de poesia “Suspiros de Alma” a ser lançado agora em
novembro de 2013?
Teresa Teixeira - A minha poesia sai da
alma que ora suspira de dor, ora de amor, de paixão; ora fala do divino, da compaixão
ou do profano… um mundo em ebulição, enfim, suspiros de alma!
SMC - Escritora Teresa,
como foi a escolha do título?
Teresa Teixeira - Esta
escolha baseou-se na necessidade de dar voz à alma… suspiros há muito retidos
dentro de mim.
SMC - Como fazer para
adquirir um exemplar do seu livro?
Teresa Teixeira - Poderão adquiri-lo junto
da mninha Editora, Modocromia Edições http://editoramodocromia.blogspot.pt/ ou através de mensagem
directa para mim:teresagloria@sapo.pt teresa.teixeira.31@facebook.com
Poderão fazê-lo ainda através do meu telefone:
967630528. (Portugal)
SMC - Conte-nos que
tipos de projetos de educação voltados para os surdos você tem participado?
Teresa Teixeira - Participei em alguns
projectos: Leccionei durante 12 anos na
APECDA (Associação de Pais para a Educação de Crianças Deficientes Auditivas de
Braga); Integrei o projecto ”Integração Social” projecto que já
conta com muitos anos.; Participei na Mediateca (desenvolvido em 1992 com
alunos da Associação e integrações escolas regulares); Higiene e Saúde (1994); Jovens Nadadores (1995); Curso
de Lingua Gestual Portuguesa (durante 5 anos); Diversos
rojectos(nacionais e europeus); Saliento ainda os projectos DUAFWET,
patrocinado pela CE e desenvolvido com a parceria as ASPAS-Valência(Espanha) e
a FIADDA de Génova-Itália; e o projecto IMPLANTES COCLEARES com parceria
Biotécnica e Ética Médica da Faculdade de Medicina do Porto.
SMC - Quais seus
principais objetivos como escritora? Pensas em publicar um novo livro?
Teresa Teixeira - Esta publicação é uma
homenagem a um irmão que partiu… mas já percebi que devo continuar a escrever e
quem sabe editar! Gostaria de me aperfeiçoar e transmitir o meu testemunho a
quem gostar de me ler… Projecto que tenho consciência é ambicioso para mim,
fútil partícula num mundo recheado de talentos.
SMC - Quem é a escritora
Teresa Teixeira? Quais seus principais hobbies?
Teresa Teixeira - Esta
aprendiz de escritora, na sua simplicidade, humanismo, compaixão e amor pela
vida é apenas uma pessoa simples que exterioriza os sentimentos que a fazem
vibrar. Gosta de pintar óleo, ler
escritores nacionais e estrangeiros, praticar desporto, ouvir música, cantar (pertenço
ao Grupo Coral da Casa dos Professores de Braga)… mas a minha verdadeira paixão
é a poesia.
SMC - Quais as melhorias
que você citaria para o mercado literário em Portugal?
Teresa Teixeira - Primeiramente, há uma
necessidade de reinventar o ”livro”, apoiar novos autores. Depois, incentivar os jovens à leitura, a amar a
poesia, logo cedo, desde as cadeiras escolares, criando programas fortes de
incentivo. As novas tecnologias estão a levar os jovens a deixar de ler… Há que
fazer um esforço para que elas mesmo sejam um veículo para levar os jovens à leitura.
SMC - Pois bem, estamos
chegando ao fim da entrevista, agradecemos sua participação no projeto Divulga
Escritor, muito bom conhecer melhor a escritora Teresa Teixeira, sucesso com o
lançamento do seu livro, que mensagem você deixa para nossos leitores?
Teresa Teixeira - Amem
a poesia! Ela retrata a vida no seu verdadeiro esplendor! Cantem os poetas com
amor e o mundo se transformará numa bela flor!
Participe do projeto
Divulga Escritor
Solar de Poetas

Nasci no
interior de Pernambuco (Brasil), mas no início da minha adolescência fui morar
em Recife, onde vivo até hoje. Durante um bom tempo me ausentei daqui , indo
morar em São Paulo e depois no Rio de Janeiro. Passei alguns meses viajando
pelo Brasil, a trabalho, mas que me
serviu para conhecer capitais maravilhosas e acima de tudo, me fazer descobrir
que sem Recife eu não poderia viver, o que me fez retornar, muito embora um dia
voltei a são Paulo e fiquei por um ano. Ao casar, fui morar em Alagoas, depois
Paraíba e finalmente regressei a minha querida Recife, de onde não mais
pretendo sair.
“Em cada poesia expresso a
admiração pelos amigos, o desejo pelo impossível e a passividade pelo que o
destino me reservou. E nas entrelinhas deixo subentendido o motivo maior do
denudar da minha alma, as vezes sem nenhum pudor.”
Boa Leitura!
SMC - Escritora Gil Ordônio, é um prazer contarmos
com a sua participação no projeto Divulga Escritor. Conte-nos em que momento começou a escrever?
O que a motivou a ter o gosto pela escrita?
Gil Ordônio - Não lembro bem quando comecei a escrever, mas
sei que foi em tenra idade, comecei fazendo alguns versos e depois passei a escrever algumas histórias, abandonando logo depois. Passados alguns anos
retornei a escrita, desta feita apenas
poesias, e quando já contava com mais de 600 poesia, tive meus escritos
rasgados e jogados ao lixo. Mais uma vez parei de escrever e só voltando a
fazê-lo anos depois. Eu sempre gostei de imaginar o outro lado de tudo, talvez
tenha sido isso o que me motivou a escrever, mas a certeza que tenho é que no
sofrimento as palavras ganharam vida de forma única.
SMC - Que temas você aborda em seu livro de poesia
“Desnudando a Alma”?
Gil Ordônio - Os mais variados, nele exponho meu amor pelos que me são mais
caros e sobretudo deixo que as palavras falem por mim e elas adquirem vida à
medida que o pensamento vai fluindo e transbordando em forma de amor, paixão,
admiração, dor, tristeza e solidão... Tudo toma forma e vida. Em cada
poesia expresso a admiração pelos
amigos, o desejo pelo impossível e a passividade pelo que o destino me
reservou. E nas entrelinhas deixo subentendido o motivo maior do denudar da
minha alma, as vezes sem nenhum pudor.
SMC - Como foi a escolha do Título “Desnudando a
Alma”? A quem você indica a leitura de sua obra?
Gil Ordônio - Não escolhi por mero acaso, ao reler alguns
trechos do que havia escrito, percebi que havia realmente desnudado a minha
alma e foi assim que nasceu o título. Este livro recomendo a todo aquele que
não desiste dos seus sonhos. Pois este livro tem como
razão principal o mais terno, o mais puro e o mais atrevido dos sentimentos,
sobretudo a maneira de aceitar a forma clara e as vezes obscura do verbo amar.
SMC - Onde podemos comprar o seu livro?
Gil Ordônio - Na editora LivroPronto, através do site http://www.livropronto.com.br/editora/descricao/?livro=422 email:gilordonio@gmail.com
SMC - Em que momento você se sente mais inspirada a
escrever poesia?
Gil Ordônio - Realmente,
não existe um momento certo ou oportuno, a inspiração me chega de repente, as
vezes em locais e momentos inusitados, mas também surge através de uma situação
vivida ou presenciada.
SMC - De que forma você, hoje, divulga o seu
trabalho?
Gil Ordônio - Pra ser sincera nunca me preocupei em mostrar
o que fazia, sempre escrevi para a minha satisfação e só comecei a mostrar o
meu trabalho, num blog, presente do Ernandes,
um dos meus genros. Depois, ao dar início a minha participação no solar
dos poetas e através da minha página no facebook.
SMC - Quem é a escritora Gil Ordônio? quais seus
principais hobbies?
Gil Ordônio - Uma mulher bastante marcada pela vida mas que
se sente realizada ao ver as filhas e a netinha sendo felizes, gosto de
observar meu esposo pescando e fico imaginando o tudo que vivemos nesses mais
de trinta anos de casados. E meus hobbies prediletos é: escrever, defender
animais de rua e cuidar dos meus bichanos. Amo gatos.
SMC - Quais seus principais objetivos como
escritora? Pensas em publicar um novo livro?
Gil Ordônio - Pra ser realista, não aspiro a nada que o
dinheiro não possa comprar, refiro-me a publicação de novos livros que estão
engavetados, mas é uma pequena fortuna realizar um sonho desses. Mas talvez eu
publique no próximo ano um
livro-reportagem e logo em seguida um romance, e quem sabe eu consiga fazer o
mesmo com os demais que tenho guardado.
SMC - Quais as melhorias que você citaria para o
mercado literário no Brasil?
Gil Ordônio - Acredito que se houvesse mais estímulo a
leitura, teríamos por certo um mercado mais promissor, mas isto teria que
partir principalmente do governo, mas onde a educação é mito, não nos resta
sonhar, haja visto que a ignorância parte principalmente dos políticos que em
sua maioria são analfabetos de conhecimentos que pudesse proporcionar uma
melhor alternativa de saber, pois não basta gostar de leitura ou apenas de
escrever, é necessário haver espaço para livros e consequentemente para
escritores, mas a nossa realidade dista desse sonho, ou melhor ... Dessa utopia.
SMC - Pois bem, estamos chegando ao fim da
entrevista, agradecemos sua participação no projeto Divulga Escritor, muito bom
conhecer melhor a escritora Gil Ordônio, que mensagem você deixa para nossos
leitores?
Gil Ordônio - Sem
dúvida foi um prazer enorme poder falar um pouco de Gil Ordonio para
vocês, mas acima de tudo ter a oportunidade de agradecer o muito que todos vocês representam na minha
vida, pois participar do solar sem dúvida foi um grande achado, o que me
aproximou mais do mundo e da vida, abandonando um pouco a minha existência de
sonhos. Vocês amigos continuem lendo ou escrevendo, não importa, pois é
através de ambos que amamos, viajamos e nos conhecemos melhor. Um agradecimento
sincero a essa grande jornalista Shirley Cavalcante . O meu abraço repleto de
admiração e carinho.
Participe do projeto
Divulga Escritor
Solar de Poetas

Irá Rodrigues natural de Santo Estevão-Bahia. Geografa licenciada pela
UEFS- Universidade Estadual de Feira de Santana. Professora da rede
Estadual de Ensino, hoje aposentada dedico
meu tempo a minha família em escrever e
viajar. Autora de o livro “SONHAR SEM SEGREDOS” sei que ainda sou uma aprendiz de poeta que sonha ser reconhecida e
valorizada. Atualmente finalizando meu livro infantil o qual espero editar
inicio de 2014 e outro com poemas mais sensuais, como também um romance que
está amarelado numa gaveta por falta de oportunidades para publicar.
“Sabemos que o Brasil é rico em termos
literários, porém precisa de mais divulgação e apoio, uma vez que em outros
países a poesia se faz presente no cotidiano dos leitores. Quem sabe a poesia
venha cada vez mais contagiar as pessoas de uma forma que aprendam a valorizar
mais e mais.”
Boa Leitura!
SMC - Escritora Ira
Rodrigues para nós é um prazer contar com a sua participação no projeto Divulga
Escritor conte-nos o que a motivou a ter o gosto pela escrita?
Ira Rodrigues - É de longa data o meu fascínio pela poesia, ainda na adolescência já
sentia o prazer e o desejo de colocar no papel todos os meus sentimentos, de
início versinhos de criança com temas tristes e melancólicos aos poucos via
desabrochar o fantasioso desejo de escrever versos mais sensuais e ai começava
a mudar meu jeito de ver a poesia. Guardo até hoje algumas redações escolares e a euforia ao ver
meus primeiros versos sendo lido, sentia que escrevendo ajudava a descobri quem
sou. Fui criticada por ser sonhadora, ficava triste, mas nunca deixava meus
sonhos morrerem e muitas vezes eu encontrei pessoas que podavam a minha
criatividade, mas a minha vontade de escrever era muito maior que qualquer
crítica...
SMC - Que temas você aborda em suas poesias? O que
mais lhe inspira a escrever sobre estes temas?
Ira Rodrigues - Escrevo poemas muitas vezes trazidos dos meus sentimentos onde relato o
meu passado ou mesmo momentos vividos no presente. Ou vivo um personagem trago
da imaginação escrevo o amor de forma sensual desvendando os desejos e anseios
de uma mulher.
O que mais me inspira talvez o meu ser sonhador... Deixando fluir os
meus sentimentos...
SMC - Que tipo de
escrita você escreve para o público infantil?
Ira Rodrigues - Escrever para esse público infantil não é uma tarefa fácil, portanto
tento transmitir conhecimentos através
de versos, fábulas e contos descrevendo a fantasia e a realidade de
forma que leve a criança a ler e se envolver na história de forma prazerosa.
Meus maiores incentivadores os meus netos.
SMC - De que forma você, hoje, divulga o seu
trabalho?
Ira Rodrigues - De início pelo Orkut depois facebook,
blog, minha página. Agora pelo meu livro que acabei de lançar. Nos grupos onde
publico e pela BEST RÁDIO em Portugal onde tenho poemas lidos todas as noites
pela Elsa Maria...
SMC - Quais,
escritores, são as suas referências literárias? Por que eles se tornaram uma referência
para você?
Ira Rodrigues - Fernando Pessoa- Cecília Meireles- Carlos Drummond de Andrade, entre
outros.
Aprendi a tê-los como referência desde os tempos de colégio quando
surgia um trabalho era a eles que recorria degustando seus livros e me apaixonei
de tal forma que hoje não me vejo separada de seus belos trabalhos. Cada um com
sua forma literária, mas com certeza admirados pela lisura dos seus trabalhos e
ler seus poemas é fazer uma viagem além do imaginário.
SMC- Quem é a
escritora Ira Rodrigues? Quais seus principais hobbies?
Ira Rodrigues - Irá Rodrigues é uma mulher apaixonada pela vida, devoradora de livros e
amante da poesia, aposentada dedica seu tempo a ler e descrever seus
sentimentos de forma sensual e agora para o publico infantil o que está me
trazendo um prazer que desconhecia sentir.
Meus hobbies é a paixão em escrever, ler um bom livro, faço também
artesanatos, uma música suave e viajar em busca de minha inspiração. Finais de
semana na fazenda com a família e com amigos.
SMC - Quais seus
principais objetivos como escritora? Pensas em publicar um livro solo?
Ira Rodrigues - Meu maior objetivo como escritora ver meu trabalho sendo reconhecido,
principalmente em meu estado- Bahia, quiçá em minha cidade a qual ainda é muito pobre em cultura literária.
Já publiquei meu livro “ SONHAR SEM SEGREDOS” E participei de antologias
uma já lançada com contos de amor. “ BEIJO DE BICO” em Portugal outras prontas
para serem lançadas.
SMC - Quais as
melhorias que você citaria para o mercado literário no Brasil?
Ira Rodrigues - São tantas como o incentivo a leitura poética nas escolas, divulgação
de novos talentos voltados à literatura, a dificuldade em editar um livro pelo
preço absurdo que cobram deixando que muitos abandonem seus trabalhos numa
gaveta como eu deixei quase quarenta anos, a criação de projetos pelas
secretarias da cultura municipal onde apoiasse os poetas locais, rádios, jornais,
revistas. Sabemos que o Brasil é rico em termos literários, porém precisa de
mais divulgação e apoio, uma vez que em outros países a poesia se faz presente
no cotidiano dos leitores. Quem sabe a poesia venha cada vez mais contagiar as
pessoas de uma forma que aprendam a valorizar mais e mais.
SMC - Pois bem,
estamos chegando ao fim da entrevista, agradecemos sua participação no projeto
Divulga Escrito, muito bom conhecer melhor a Escritora Ira Rodrigues, que
mensagem você deixa para nossos leitores?
Ira Rodrigues - Eu que agradeço pela qualidade do trabalho que você vem desenvolvendo o
qual traz oportunidades para que conheçam um pouco da nossa vida.
O meu muito obrigado a você e toda sua equipe.
A mensagem que gostaria de deixar, que nunca deixem o medo e a covardia
impedir de realizar seus sonhos, leia e descubra seus talentos, a criatividade
é sem duvida um fenômeno bastante complexo onde encontramos barreiras,
precisamos ser persistentes na busca dos nossos sonhos. Pense de forma criativa
e busque essa realização, nada vem pronto precisamos ter um ideal e ir a busca
dele, Encontre na leitura o seu
verdadeiro objetivo e descubra seu verdadeiro eu. Ler é o melhor caminho que
precisamos para entender a vida...
“Se, no teu centro
um paraíso não puderes encontrar,
Não existe chance alguma de,
algum dia, nele entrar.”
Cecília Meireles
Os meus sinceros agradecimentos:
Irá Rodrigues
Participe do projeto Divulga Escritor
Solar de Poetas
Biografia
Alda Melro - Nasci em Viana do Castelo. Finalizei o ensino obrigatório e não
quis estudar mais, porque não gostava de Matemática. Decidi experimentar o mercado
de trabalho, não foi fácil, então decidi ir trabalhar para França. Arranjei
emprego como “Fille au Paire” que é o mesmo que dizer que tomava conta de duas
crianças. Frequentei a escola no Instituto Católico de Paris, o que me permitiu
conhecer novas pessoas e novas culturas, pois os alunos eram todos
estrangeiros. Regressei a Portugal, trabalhei em várias áreas, presentemente
trabalho no comércio. Faço parte do grupo de poetas "Poetas Poveiros e
Amigos da Póvoa", "Solar de Poetas" e ainda das tertúlias poéticas
em Viana.
Lançamento
do meu primeiro livro no dia 26 de Outubro na Biblioteca Municipal de Viana do
Castelo. Já tenho mais poemas na prateleira e também espero um dia escrever
prosa que é outra forma de escrita que me atrai muito.
“Maior
divulgação de pequenos e desconhecidos autores assim como eu. Fomentar o gosto
pela poesia nas escolas, a criação de tertúlias poéticas em todos os locais do
país com os autores, declamadores, com música, assim como fazemos em Vina do
Castelo.”
Boa Leitura!
SMC - Prezada escritora Alda Melro, é um prazer contar com a sua
participação no projeto Divulga Escritor, conte-nos o que a motivou a ter o
gosto pela escrita?
Alda Melro - O gosto pela escrita começou nas
aulas de Português no 8º ano. Tive um professor que nos mandava escrever
pequenos contos e eu adorava isso. Deixava fluir a minha imaginação e então
preenchia um caderno com o dito conto. Mais tarde por volta dos meus 17 anos
escrevi a minha primeira poesia que vai sair no lançamento do livro. Depois
comecei a sentir necessidade de escrever poesia para extravasar os meus
sentimentos, deixar sair para fora toda a sensibilidade que existia dentro do
meu EU.
SMC - Em seu livro de poesias “Alvas Manhãs” que temas você aborda na
escrita das poesias?
Alda Melro - A minha poesia aborda sobretudo o
amor, mas falo sobre tudo o que envolve a vida. A terra, o mar, a morte, os
conflitos sociais, etc. É uma panóplia de situações descritas poeticamente.
SMC - Conte-nos como foi a escolha do Título “Alvas Manhãs”?
Alda Melro - O título do meu livro “Alvas Manhãs” provém da palavra alva que
significa alvorada, início do crepúsculo matinal, a claridade que precede a
aurora. Logo, “Alvas Manhãs” significam a claridade que precederam todas as
auroras nas manhãs da minha vida.
SMC - Quem desejar comprar seu livro como deve fazer?
Alda Melro - O meu livro para já vai ser vendido no dia do lançamento e através
do meu email acsmelro@gmail.com.
SMC - Qual o público que você pretende atingir com o seu trabalho? Que
mensagem você quer transmitir para as pessoas?
Alda Melro - Não pretendo atingir um
público-alvo, escrevo para mim e para todas as pessoas de todas as classes
sociais. Enfim, para quem quiser ler-me. A minha escrita é de fácil
entendimento, não tem palavras complexas é uma escrita simples penso eu.
A mensagem que pretendo
transmitir é deixar na poesia a minha sensibilidade como ser humano, as minhas
vivências e mostrar o caminho dos sonhos, os castelos que podemos erguer mesmo
nas dificuldades da vida.
SMC - Quem é a escritora Alda Melro? Quais seus principais hobbies?
Alda Melro - Não me considero uma escritora,
tenho de ir com calma. A Alda Melro é uma pessoa muito sensível, que transmite
na poesia a sua alma a nu. Escrevo para libertar os meus sentimentos, as minhas
dores e alegrias. Escrever eleva-me a alma.
Sou eu...assim
Sou sol
Sou lua
Sou estrela bailando no céu seminua
Sou o poeta que chora o poema inacabado
Sou o trinar de um fado
Sou mar
Flor perfumada no orvalho do luar
Sou mulher de mil vidas
Que me procuram perdidas
Sou eu assim
Sou mulher
Sou árvore em mim.
Os meus hobbies não são muitos,
como já disse a escrita é um passatempo, faço parte das tertúlias poéticas em
Viana do Castelo, gosto de caminhar, e também gosto de pastelaria, a parte de
confecionar bolos atrai-me muito.
SMC - Quais os seus principais objetivos como escritora? Pretendes
publicar um novo livro?
Alda Melro - Os meus objetivos com a escrita
são de nunca deixar escrever poesia, embora a prosa também seja um dos caminhos
a trilhar. Além deste livro que vai ser lançado, tenho mais poemas na gaveta.
Vou com calma, também tenho o meu emprego. Se tiver um dia mais tarde a
possibilidade de publicar outro livro gostaria de o fazer.
SMC - Quais as melhorias que você citaria para o mercado literário em
Portugal?
Alda Melro - Maior divulgação de pequenos e
desconhecidos autores assim como eu. Fomentar o gosto pela poesia nas escolas,
a criação de tertúlias poéticas em todos os locais do país com os autores,
declamadores, com música, assim como fazemos em Vina do Castelo. Acho também
que os livros deviam ser mais acessíveis com um preço menor para que chegasse
ao maior número de leitores.
SMC - Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista, agradecemos sua
participação no projeto Divulga Escritor, muito bom conhecer melhor a escritora
Alda Melro, que mensagem você deixa para nossos leitores?
Alda Melro - O meu muito obrigado por me lerem
e sentirem, espero que a minha poesia os faça viajar no mundo dos sonhos e que
tenham asas para voar bem longe. Que se sintam felizes com a minha escrita,
prometo tentar escrever mais e obrigado mais uma vez, pois sem os leitores não
sou nada.
Agradeço ao Divulga Escritor a
oportunidade desta entrevista e parabéns pela bela iniciativa.
Obrigada a Shirley Cavalcante!
SEJAM FELIZES!
Participe do projeto Divulga Escritor
Solar
de Poetas
Jornalista
Shirley M. Cavalcante (SMC) entrevista escritora Francilangela Clarindo
Francilangela Clarindo nasceu
em Fortaleza / CE. Foi uma criança muito tímida e observadora. Amava ficar no
quarto de seus pais, naquela cama grande de casal que a encantava, onde passava
horas pensando, analisando fatos e ações, lendo e escrevendo seus poemas e
reflexões. Aos domingos, gostava de ler o suplemento infantil do jornal. Aos
oito anos enviou uma história para um concurso oferecido por ele e ganhou.
Houve uma bela festa para comemorar o momento, e nela o lançamento de um livro.
Foi a primeira vez que teve um contato direto com uma escritora, que a dedicou
seu livro. Seu pai e sua irmã a acompanharam. Foi uma noite mágica! Um dia,
relendo suas anotações, sentiu desejo de vê-las reunidas. E assim surgiu o
primeiro livro.
“Caríssimos leitores,
que tal tornarem-se também autores? Leiam mais! Escrevam mais! Exaurir-se em um
texto faz a alma leve, o espírito tranquilo, a mente ativa. Vamos lá! Produzam!
Mais cartas, e-mails, listas, bilhetes, cartões, resenhas, monografias, dissertações, releases, diários,
artigos, livros. Leitores produzem autores. Autores, escritores. E escritores,
leitores! É cíclico!”
Boa Leitura!
SMC - Prezada escritora Francilangela Clarindo, é
um prazer contar com a sua participação no projeto Divulga Escritor, conte-nos
o que a motivou a ter o gosto pela escrita?
Francilangela Clarindo - O que me motivou ter um
gosto pela escrita foi justamente a leitura. Em casa, desde pequena, mesmo sem
ainda saber ler, folheava os livros que tinha à mãos, fazia neles minhas
garatujas, meus desenhos, minhas primeiras palavras. Mais tarde, na escola, ao
receber os livros didáticos, lia-os logo do início ao fim. Encatavam-me as
histórias contidas neles. Os diversos autores iam-me sendo oferecidos através
dos fragmentos dos textos de seus livros contidos ali. Era tão bom! Ler, ler e
ler. Depois, fui registrando meus pensamentos, minhas decepções e crises, meus
relatos e conclusões da vida, fazendo diários e poemas, tudo oriundo de horas
de reflexão, pois sempre fui de pensar muito, analisar cada fato, além de
conversar muito com Deus, o tempo todo assim.
SMC - Você hoje tem vários livros publicados,
conte-nos o que a motiva a escrever livros?
Francilangela Clarindo - O que me motiva a
escrever é o próprio ato em si, porque é muito bom escrever. E ver o resultado
dos seus escritos em um livro é melhor ainda. E é bom para todo mundo. Mesmo
sem se ter o objetivo de publicar, de ser escritor, ainda assim, nada melhor do
que este exercício. Alivia a alma, faz você ser eloquente no pensar, falar e
agir, há um encontro consigo mesmo no ato da escrita por ser você e o papel
ali, uma folha em branco que será preenchida com seus pensamentos, suas
reflexões, seu relato, o resultado de sua pesquisa, enfim, seu texto. Escrever
com intenção, sem intenção, para descarregar a mente, para atender um trabalho
do professor, para você mesmo, para outros, seja como for, nada melhor do que
escrever, pura e simplesmente.
SMC - Escritora Francilangela, qual o livro que
demorou mais tempo para ser escrito e publicado? Conte-nos um pouco sobre ele.
Francilangela Clarindo - Bem, temos aí dois
fatos a considerar. Se formos pensar em datas, da origem do primeiro poema ao
último, será Uma leve, apaixonante e tumultuada história de amor. Mas não é que
tenha demorado a ser escrito, e não é um texto em prosa. É, de fato, uma
reunião de textos isolados que fui escrevendo durante 20 anos, que depois
reuni-os todos em um livro, que juntos, passou a contar uma história, a
história do meu casamento. Mas, pensando em prosa, e tempo mesmo gasto para
escrever, foi Entre Quatro Paredes, que levou 17 anos a ser escrito e
publicado. É onde narro a história pessoal de um acidente que sofri que me
impossibilitou andar por um período. Foi lá, ainda acamada, que pensei nele.
Foi ótimo realizá-lo!
SMC - Qual o livro que demorou menos tempo para ser
escrito e publicado? O que a motivou a escrever de forma mais intensa que os
demais livros escritos? Que temas você aborda neste livro?
Francilangela Clarindo - Bem, este foi Socorro,
meu príncipe virou sapo. Já havia combinado com o editor a data do lançamento
de um livro, mas não cheguei a terminá-lo, e vi que não o terminaria até a data
em questão. Mas, já tudo organizado, pensado, não queria que não acontecesse.
Então sentei, pensei, peguei papel e caneta, e fui escrevendo uma história
sobre o desejo feminino de encontrar seu príncipe encantado. Foram duas horas,
sentar, escrever e terminar. Pronto! Já estava o livro para cumprir meu acordo
com a editora. E assim surgiu Wina com seus sonhos de menina, hoje uma mulher
de quarenta anos, mas que tem naquela época as suas doces lembranças, também as
suas mazelas, que a fazem ser o que é atualmente.
SMC - De que forma você segmenta o público para
quem você escreve? Que mensagem você quer transmitir para as pessoas de acordo
com esta segmentação?
Francilangela Clarindo - Não segmento o público
para escrever. Escrevo! O texto nasce por si. Não há esta ou aquela intenção, geralmente,
salvo um ou outro, quando tenho algo mais específico em mente. Mas, em geral,
nem sei o que irei escrever, vai surgindo, e vou escrevendo. Isto mais com os
poemas, que é o que escrevo muito. A prosa precisa ser mais criteriosa e até
pode nascer espontaneamente, mas, claro, depois, precisa estar atenta aos
fatos, ao que já aconteceu, aos personagens, ao ambiente, enfim, ao contexto de
uma narrativa coerente e coesa, dependente, não isolada. E tudo me é matéria
para escrever, por isto gosto já de andar com um caderninho para não perder as
ideias. Muitas perdi, outras não concluí, mas estão sempre nascendo,
borbulhando em minha mente, loucas para serem escritas.
SMC - Onde podemos comprar os seus livros?
Francilangela Clarindo - Você encontra meus
livros nos sites da Pastelaria Studios, Multifoco, Garcia Edizioni, APED, Clube
dos Autores, Navras, Literarte, Cultura e Travessa.
Maiores detalhes, por
e-mail: francilangela.clarindo@gmail.com
SMC - Quem é a escritora Francilangela? Quais seus
principais hobbies?
Francilangela Clarindo - É tão complexo falar de
si, e ao mesmo tempo simples. Contraditório, como a vida, as pessoas, os fatos.
Isto porque não somos seres isolados da emoção, do contexto. Há algo que digo
aqui que poderá ser diferente, por uma circunstância, por estar fora de um
contexto, ou, até mesmo, por eu rever minhas concepções, meu ponto de vista.
Imaturamente, dizemos quem somos, cristalizamos e não arredamos pé de uma
imagem que fazemos de nós mesmos. Já uma atitude mais madura nos leva a termos
mais cuidado, quando já muitas coisas foram feitas e tomadas de surpresa. Mas,
sou uma pessoa muito temente a Deus, que o ama de todo o coração, do meu jeito.
Tenho uma ligação muito forte com minha família e gosto muuuuuuuuito de
conversar com meus amigos.
SMC - Quais seus próximos projetos literários?
Pensas em publicar um novo livro?
Francilangela Clarindo - Tenho tantos novos
projetos. Minha cabeça ferve de ideias. E penso muito em publicá-las. Quero
primeiro terminar de publicar tudo que já tenho feito, de uma menina,
adolescente, jovem entusiasmada com a vida, amor e pessoas. Depois o que vier
desta nova fase, uma mulher madura ( que talvez nunca crescerá!) Na verdade,
amo a criança que fui, por isto lhe tenho tanto respeito e atenção. Crescer é
tão árduo, tão difícil. A enxurrada de coisas que vivemos quando criança,
aparecerão depois em forma de frustração, decepções, encontro com uma realidade
nua e crua. Sonhos são desfeitos, pessoas têm suas máscaras retiradas e a vida
se mostra bastante cruel com seus sentimentos, aspirações e desejos. Só mesmo
com Deus para seguir.
SMC - Quais as melhorias que você citaria para o mercado
literário no Brasil?
Francilangela Clarindo - Ter mais leitores. Isto
abriria o mercado para mais publicações. São interesses diferentes os dos
leitores, editores e autores. Os primeiros querem sempre algo para ler, que os
atenda em seus anseios, no que precisam naquele momento, seja distração ou
pesquisa. Os segundos, estes sim, têm o objetivo claro de um retorno de venda,
comercialização da obra para cobrir os custos e obter algum lucro. Os últimos,
ai, não passam de sonhadores. Sonham com seus livros publicados, com seus
textos lidos, têm uma visão poética, infantil, ilusória, fictícia, imaginativa
como as histórias que criam. Mas o mundo é real, e assim também o é o mercado
literário no Brasil. Mas, mais leitores para os inúmeros autores sonhadores
agradaria aos editores e, assim, estariam todos felizes e realizados.
SMC - Pois bem, estamos chegando ao fim da
entrevista, agradecemos sua participação no projeto Divulga Escritor, muito bom
conhecer melhor a escritora Francilangela Clarindo, que mensagem você deixa
para nossos leitores?
Francilangela Clarindo - Caríssimos leitores,
que tal tornarem-se também autores? Leiam mais! Escrevam mais! Exaurir-se em um
texto faz a alma leve, o espírito tranquilo, a mente ativa. Vamos lá! Produzam!
Mais cartas, e-mails, listas, bilhetes, cartões, resenhas, monografias, dissertações, releases, diários,
artigos, livros. Leitores produzem autores. Autores, escritores. E escritores,
leitores! É cíclico! Embarquem cada vez mais neste universo da leitura e
escrita. Não esperem que alguém solicite, que surja uma oportunidade, que
precisem. Vão lá junto dos textos, das páginas escritas, aprecie-os, leia-os.
Vão lá junto da folha em branco e escrevam. Tornem a leitura e a escrita pontos
corriqueiros em sua vida e colhas os frutos desta prática. Um cordial abraço a
todos e nos encontramos lá nos livros. Um beijão e obrigada!
Participe do projeto Divulga
Escritor
Solar de Poetas
Grupo: https://www.facebook.com/groups/solardospoetas/?fref=ts
Blog: http://solardepoetas.blogspot.pt/p/cantinho-da-admi.html
Blog: http://solardepoetas.blogspot.pt/p/cantinho-da-admi.html
Jornalista Shirley M. Cavalcante (SMC) entrevista escritora Ana
Wiesenberger
Ana
Wiesenberger, de nome completo, Ana Cristina Estrela da Silva Franco Dias
Wiesenberger, nasceu em Lisboa em 1962 onde viveu até aos 10 anos, tendo
residido desde então em Setúbal.
Licenciou-se
em Línguas e Literaturas Modernas, variante Inglês/Alemão pela Faculdade de
Letras da Universidade de Lisboa na década de oitenta, tendo posteriormente
feito um Pós -Graduação em Estudos Americanos na Universidade Aberta.
Leccionou
durante mais de vinte anos no Ensino Básico e Secundário em várias escolas na
cidade de Setúbal e no Pinhal Novo, estando actualmente reformada por
invalidez.
Na
sua escrita há um registo poético intimista a par e passo de outros poemas mais
direccionados para o exterior, nomeadamente na presença forte da natureza
enquanto envolvência e partilha. Há ainda uma outra vertente, a poesia dita de
intervenção, suscitada pelas vivências de um quotidiano consciente da realidade
socioeconómica e política do seu país.
A
ambição da autora é que a sua poesia chegue ao homem comum, que não seja apenas
abrangida por elites intelectuais, daí a procura constante da língua enquanto
veículo acessível à mensagem clara e não fechada e excessivamente cifrada. O
poema mais emblemática da estética pretendida é o que dá o nome ao seu blogue, Quero Trazer A Poesia Para A Rua.
“Gostava muito que os meus leitores
comunicassem comigo, me dissessem como sentiram a leitura dos meus poemas. Nos
meus primeiros dois livros não comuniquei às editoras que inserissem o meu
endereço electrónico nas obras, mas vou corrigir essa situação nos próximos.
Ainda na mesma linha, posso dizer, que é um enorme prazer ter leitores no
Facebook e no blogue e receber os seus comentários.”
Boa Leitura!
SMC -Escritora Ana Wiesenberger para nós é um prazer contar com a sua
participação no projeto Divulga Escritor, conte-nos em que momento se sentiu
preparada para publicar seu primeiro livro?
Ana Wiesenberger - É
com satisfação que participo no projecto. Sempre senti o Brasil muito próximo
porque sou neta de Brasileiro e apesar dos meus avós se terem divorciado e o
meu avô ter regressado para o seu país, arranjou sempre forma de nos comunicar
um pouco da cultura Brasileira. Enviava-nos muitas cassetes de música e assim,
crescemos com samba, fado e música clássica, respectivamente decorrente dos
gostos musicais do meu avô, do meu pai e da minha mãe.
Tentando
agora, responder concretamente à pergunta, posso dizer, que já há muito me
sentia preparada, mas devido à minha vida profissional muito preenchida,
enquanto docente e membro activo do sindicato dos professores, julgava só
realizar esse projecto depois da aposentação prevista para a faixa etária dos
sessenta, claro.
SMC - Que temas abordas em seu livro “Dias incompleto”? Como foi a escolha do
Titulo?
Ana Wiesenberger - O
título surgiu como consequência das condições em que o livro foi organizado.
Adoeci e entrei numa espiral de testes médicos e resultados destabilizadores da
minha rotina. Tive de me confrontar com modificações nas minhas capacidades
físicas que me atordoaram e houve uma altura em que já estava muito fraca e
pensei, que já estaria a entrar na fase terminal. Nesse Agosto de 2011 procurei
ter uma conversa séria com o meu filho, que é um jovem adulto e ele exaltou-se
comigo perante a perspectiva de eu morrer sem publicar os poemas e as histórias
escritas ao longo dos anos em cadernos. Prometi-lhe, então, que se saísse da
cama e começasse a sentir-me um pouco melhor, me dedicaria a tentar publicar um
livro. Como ainda estava muito fragilizada pelo impacto dos relatórios médicos
e pela astenia física, fiquei-me por um livrinho pequenino com diferentes ecos
de mim. A sensação prevalecente era mesmo de incompletude, daí o título, Dias
Incompletos.
SMC - O que diferencia seu livro “Dias Incompleto”
do seu livro “Idades pela chancela da
Esfera do Caos”? Como foi a escolha do Titulo para o seu segundo livro
publicado?
Ana Wiesenberger - Idades
foi elaborado no início do ano de 2012, numa fase já de aceitação da doença e
da necessidade de me restabelecer enquanto pessoa válida para a sociedade, uma
vez que já não podia continuar a dar aulas devido à instabilidade com que a
doença me atingia; nuns dias, tudo parecia normal, noutros, era acometida por
um cansaço devastador. Assim, a escrita revelou-se-me como a única estrada
possível com horizontes de realização pessoal. Por isso, poder-se-á dizer, que Idades
já está inserido num projecto de apresentação do meu "eu"
enquanto poeta.
Optei
em Idades por reflectir as respirações distintas das fases de uma vida,
começando pela infância, entrando na adolescência, pousando na idade adulta e
terminando com a meia-idade vivida já sob a égide da doença e da proximidade da
morte. A ideia é convidar o leitor a fazer a sua própria viagem, a vivenciar os
seus momentos através dos meus.
SMC
– Poeta Ana, onde podemos comprar os seus livros?
Ana Wiesenberger - Em
Portugal o meu livro está disponível um pouco por todo o país, principalmente
nas grandes livrarias, sem querer fazer publicidade às mesmas, posso destacar a
Fnac, Bulhosa e Bertand; é possível também comprar em livrarias online como o
Wook e a Livrododia. Evidentemente que os livreiros Brasileiros eventualmente
interessados poderão entrar em contacto com a editora Esfera do Caos. Em
relação à compra individual poderão sempre entrar em contacto comigo através do
meu endereço electrónico, Ana.wiesenberger@gmail.com ou mesmo enviando-me uma
mensagem pelo Facebook.
SMC - Qual o público que você pretende atingir com
o seu trabalho? Que mensagem você quer transmitir para as pessoas?
Ana Wiesenberger - O
meu propósito raiz é alcançar o leitor indiferenciado, daí o meu
poema-manifesto ser intitulado, Quero Trazer a Poesia Para a Rua, que também dá
o nome ao meu blogue. Há nitidamente uma tónica posta na vontade de cativar os
que normalmente não lêem poesia por considerarem que é uma leitura exigente,
quase codificada e não tem de ser assim. A poesia é construída na sensibilidade
dos dias e por conseguinte deve realizar uma relação de empatia com o leitor
comum; não deve ser reservada às elites intelectuais. No entanto, ao dar corpo
aos meus registos distintos, sei que vou direccionar-me para públicos
diferentes. Gostava de editar a minha poesia, dita de intervenção e também de
dar à estampa um livro mais intrincado devido ao seu cariz mais intimista e com
ressonâncias de intertextualidade.
Contactos: Ana.wiesenberger@gmail.com
Facebook: Ana Wiesenberger
SMC – Escritora Ana de que forma você,
hoje, divulga o seu trabalho?
Ana Wiesenberger - Em
termos de divulgação, faço apresentações ao público sempre que posso, se bem
que a minha vida espartilhada entre dois países, Portugal e Alemanha, acabe por
não me permitir fazer de forma concertada esse trabalho que considero bastante
estimulante. Entretanto, procuro divulgar o meu blogue que contém muitos
inéditos e funciona em parceria com o Facebook, também como canal de
divulgação. Além da página sob o meu nome, existe a outra mais pretensamente oficial,
Pelas Letras É Que Vamos. Participo também em muitos grupos que dão primazia à
expressão poética. Sempre que me é possível gosto muito de estar presente e
intervir em tertúlias.
Conto
ainda com as entrevistas na radio (uma pode ser vista e ouvida no youtube) e em
publicações afectas à literatura. Tenho sido divulgada ocasionalmente em
blogues que transcrevem poemas meus que vão ao encontro do perfil do blogue e a
um determinado post.
SMC
- Quais seus próximos projetos literários?
Pensas em publicar um novo livro?
Ana Wiesenberger - Encontro-me
à data, a organizar o meu novo livro, que será desta vez um registo que exige
um pouco mais de atenção da parte do leitor, no sentido em que a entrada no
corpo do poema é mais vedada ou pelo menos, não prima pela leveza com que se
consegue ler Idades. Arrisco-me conscientemente em lançar um livro que
não terá a aceitação imediata do leitor comum, quer pela estranheza temática,
quer pela presença de algumas referências literárias.
SMC
- Quem é a escritora Ana Wiesenberger? Quais
seus principais hobbies?
Ana Wiesenberger - Sou
uma pessoa muito acessível aos outros; gosto de dialogar com as pessoas, de as
ouvir, de as sentir e de as observar. Adoro a natureza. Preciso muito de
árvores, de mar e sou muito ligada ao calor do Sol e à beleza transcendental da
neve. Gosto muito de animais e não concebo a minha vida sem eles. Tenho sempre
vivido acompanhada pela companhia, pela ternura de filhotes de quatro patas,
tanto cães como gatos.
Sempre
pratiquei desporto; frequentava um ginásio perto de casa, fazia jogging e
andava de bicicleta ocasionalmente. Agora, já não me é possível manter esse
ritmo, mas faço um pouco de passadeira em casa para que os músculos não
atrofiem.
O
grande hobby que me define desde sempre é a leitura. Preciso de ler todos os
dias e sou bastante ecléctica nas minhas preferências literárias.
SMC - Quais as melhorias que você citaria para o
mercado literário em Portugal?
Ana Wiesenberger - Não
me sinto qualificada para opinar sobre o mercado literário em Portugal. No
entanto, parece-me que se devia apostar em mais edições acessíveis ao grande
público, uma vez que as pessoas não podem adquirir livros a um preço
"exorbitante" para as suas possibilidades, ainda mais nesta altura de
crise no nosso país.
Quanto
à inserção dos novos escritores e sobretudo os novos poetas no mercado, a
situação é muito complicada; as grandes editoras estão centralizadas em apostar
nos nomes já feitos e nem mostram receptividade em relação à apreciação de
obras de autores desconhecidos. Consequentemente o autor vê-se confrontado com
a possibilidade de ser editado consoante se responsabilize por adquirir um
número variável, mas sempre substancial de exemplares - chamam-lhe co-edição.
Além disso, nem todas as editoras se ocupam de uma divulgação concertada.
SMC - Pois bem, estamos chegando ao fim da entrevista, agradecemos sua
participação no projeto Divulga Escritor, muito bom conhecer melhor a escritora
Ana Wiesenberger, que mensagem você deixa para nossos leitores?
Ana Wiesenberger - Gostava
muito que os meus leitores comunicassem comigo, me dissessem como sentiram a
leitura dos meus poemas. Nos meus primeiros dois livros não comuniquei às
editoras que inserissem o meu endereço electrónico nas obras, mas vou corrigir
essa situação nos próximos. Ainda na mesma linha, posso dizer, que é um enorme
prazer ter leitores no Facebook e no blogue e receber os seus comentários.
Enquanto
mensagem de carácter mais geral, ambiciono que todos se olhem nos olhos; a
indiferença e a apatia face ao outro, só conduzem à ruptura no tecido social. É
importante construirmos uma cidadania activa, vermos o que se passa em nosso
redor e intervir no sentido de prevenir, remediar situações; em suma, viver, de
facto, em comunidade de forma responsável.
Participe do projeto Divulga Escritor
Shirley e e José Sepúlveda, o que posso dizer?
ResponderExcluirestou aqui chorando e rindo ao mesmo tempo, eu juro achei que poderia sair mas algum dia nem sei, muito obrigada, desculpem estou super emocionada.. Obrigada e parabéns pelo trabalho que fazem em prol dos poetas e escritores que lutam para ter um cantinho reconhecido nesse mundo.. beijos de coração...
Eternamente grata: Irá Rodrigues
Muito obrigada a você Ira pela oportunidade que nos deu em conhece-la um pouco melhor, você tem talento e talento é para ser divulgado dando a oportunidade de mais e mais pessoas conhecerem o seu maravilhoso trabalho. Parabéns!
ResponderExcluirAtt. Shirley M. Cavalcante. (SMC)