segunda-feira, 17 de setembro de 2012

TRILHAS DO TEMPO

Um poema lacrimoso,

Um sorriso disfarçando
A dor.
Um poema fiel,
E a alma quase
Perdida.
O silêncio, no lugar
Da voz,
De quem
Vive por viver...
Ah, as minhas
Rugas bordadas
Pelo tempo...
Lamentam.
E a cada minuto,
É um sentimento,
Que sopra os
Meus sonhos,
Para acordá-los,
Sem nome!
 
Vanuza Couto Alves
 
 

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