Escravo do amor
Desejo a tua presença, a proximidade do teu rosto,
Teu olhar de paixão fosse eu Afrodite deusa do amor,
Ou talvez seja apenas um oásis no deserto,
Repleto de loucas noites sedentas
de desejos quentes de prazer.
Anseio o teu toque, que desliza pelo meu corpo,
Atiça meu fogo, entrando em erupção
este meu adormecido vulcão.
Caída a teus pés, deslizo como uma serpente encantada,
Seguindo o odor do pecado trepo por teu corpo suado.
Deixando que me toques,
despertando o êxtase de prazer,
fazendo doer meu íntimo excitado,
faz meu sangue ferver.
Sinto-te, como te sinto...
esquivas-te para dentro de mim...
Nossos corpos enlaçados húmidos e
grudados movem-se ao som
da nossa respiração ofegante,
como por um instante,
fosse uma luta doce e sem dor.
Desejo tua presença,
teu rosto iluminado pela emoção
Preso em minha sedução, escravo do amor!
Celeste Seabra
de desejos quentes de prazer.
Anseio o teu toque, que desliza pelo meu corpo,
Atiça meu fogo, entrando em erupção
este meu adormecido vulcão.
Caída a teus pés, deslizo como uma serpente encantada,
Seguindo o odor do pecado trepo por teu corpo suado.
Deixando que me toques,
despertando o êxtase de prazer,
fazendo doer meu íntimo excitado,
faz meu sangue ferver.
Sinto-te, como te sinto...
esquivas-te para dentro de mim...
Nossos corpos enlaçados húmidos e
grudados movem-se ao som
da nossa respiração ofegante,
como por um instante,
fosse uma luta doce e sem dor.
Desejo tua presença,
teu rosto iluminado pela emoção
Preso em minha sedução, escravo do amor!
Celeste Seabra

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