Nesta viagem me aprumo!
Num cais embarco
Num negro barco
Para me levar ao infinito
Da minha essência!
Rumo nele e marco
A imagem de um ser aflito
Que pede indulgência
Para chegar o mais perto de si!
Neste negro barco
Que na tempestade jaz
Há um círculo, um arco
Que prende e a minha alma desfaz!
Sigo viagem sem rumo
E sem norte!
Nesta viagem me aprumo
Para ser filho de outra sorte!
Mas, neste negro barco
Que na tempestade jaz
Há um círculo, um arco
Que prende e a minha alma desfaz!
É uma viagem sem princípio ou fim!
É uma viagem à deriva na procura de mim!
O infinito da minha essência não avisto,
Nem perto consigo chegar,
Mas eu persisto, eu insisto
Em poder-me alcançar!
São anos e anos a fio
Percorridos neste mar
E neste grande rio
E jamais me consegui abraçar!
Sigo viagem sem rumo
E sem norte!
Nesta viagem me aprumo
Para ser filho de outra sorte!
Luís Lameiras
Rumo nele e marco
A imagem de um ser aflito
Que pede indulgência
Para chegar o mais perto de si!
Neste negro barco
Que na tempestade jaz
Há um círculo, um arco
Que prende e a minha alma desfaz!
Sigo viagem sem rumo
E sem norte!
Nesta viagem me aprumo
Para ser filho de outra sorte!
Mas, neste negro barco
Que na tempestade jaz
Há um círculo, um arco
Que prende e a minha alma desfaz!
É uma viagem sem princípio ou fim!
É uma viagem à deriva na procura de mim!
O infinito da minha essência não avisto,
Nem perto consigo chegar,
Mas eu persisto, eu insisto
Em poder-me alcançar!
São anos e anos a fio
Percorridos neste mar
E neste grande rio
E jamais me consegui abraçar!
Sigo viagem sem rumo
E sem norte!
Nesta viagem me aprumo
Para ser filho de outra sorte!
Luís Lameiras

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