[POEMA #15] - Mote dado por: Ana Albergaria
Leveza da Alma que Canta
Leve como uma pena,
Flutua no ar
Sem certeza
Do destino a traçar…
Como gotas de chuva
Molhadas pela aragem
Do vento que a segura
Na sua bela miragem
De destino sem destino…
Para o tempo
Com tal sofrimento
Que transparece
Naquela melodia
Em jeito de prece
A algo superior…
Em cada palavra,
Todo o seu esplendor.
Em cada verso,
O simples gesto
Que mostra a sua leveza,
A sua falta de certeza.
Em cada poema,
Um novo dilema
Para pensar.
Em cada música,
Uma nova pessoa para amar.
Mais leve que uma pena
Esta mágoa que tudo espanta,
Pois tem em todo o seu ser,
Leveza da alma que canta.
Escrito Por:Edgar Taveira
Sem certeza
Do destino a traçar…
Como gotas de chuva
Molhadas pela aragem
Do vento que a segura
Na sua bela miragem
De destino sem destino…
Para o tempo
Com tal sofrimento
Que transparece
Naquela melodia
Em jeito de prece
A algo superior…
Em cada palavra,
Todo o seu esplendor.
Em cada verso,
O simples gesto
Que mostra a sua leveza,
A sua falta de certeza.
Em cada poema,
Um novo dilema
Para pensar.
Em cada música,
Uma nova pessoa para amar.
Mais leve que uma pena
Esta mágoa que tudo espanta,
Pois tem em todo o seu ser,
Leveza da alma que canta.
Escrito Por:Edgar Taveira

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