domingo, 12 de maio de 2013

José António Ribeiro

AMANHECI NO TEU OLHAR

Amanheci no teu olhar
Quando a chuva caía
Como poema que lia
Com salpicos de memórias
Que revelam muitas histórias
E sóis que rompem o acordar
Dos silêncios adormecidos
E dos corações aquecidos
Que escreveram teu nome amor
E os ventos guardaram com pudor
Na magia do teu amar…
Gravado nas esquinas da vida
No tempo e recordação sentida
Do caminho que percorri
De tudo o que senti
Nas madrugadas do sonhar
De tanto amar…
Nos beijos do teu sabor
De tanto amor…
No enleio do teu corpo
No encanto do conforto
Que teus dedos percorriam
Nos arrepios que faziam
No corpo perfumado
De amor sempre amado

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